| Processo: | 14/06461-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Rodney Alexandre Ferreira Rodrigues |
| Beneficiário: | Verônica Santana de Freitas Blanco |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Química verde Estomatite Extração com fluido supercrítico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | espilantol | Extração Supercrítica | Jambú | mucosite oral | Química Verde | Spilanthes acmella | Fitoquímica |
Resumo A extração de compostos de drogas vegetais, geralmente é associada a utilização de solventes orgânicos. Como consequência há a geração de resíduos industriais ocasionando um impacto ambiental e custo operacional elevado. Por essa razão, a utilização de processos que eliminam o uso de solventes orgânicos, como a extração supercrítica empregando-se dióxido de carbono, é de grande interesse. Além disso, a eficácia, segurança e qualidade no isolamento de compostos bioativos pela técnica de extração supercrítica já foi comprovada experimentalmente. O espilantol, uma alquilamida encontrada em drogas vegetais, dentre elas, a Spilanthes acmella L. Murray, possui diversas propriedades farmacológicas, como atividade anti-inflamatória, anestésica e antioxidante. Essas propriedades podem ser de grande interesse no tratamento da mucosite oral, um efeito colateral típico, decorrente do tratamento de pacientes com câncer submetidos a radio e quimioterapia. O objetivo desse trabalho é isolar este composto por meio da extração supercrítica e avaliar sua atividade anti-inflamatória por meio de modelos experimentais além de sua incorporação em formulação oral como componente na terapêutica da mucosite. Com isto, serão estudados os possíveis mecanismos envolvidos na atividade anti-inflamatória por meio de experimentos in vitro e também a atividade anti-inflamatória e antinociceptiva in vivo nos modelos de edema de pata induzido por carragenina e de mucosite gastrointestinal, com consequente análise histopatológica e in vitro de mediadores envolvidos no processo inflamatório. (AU) | |
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