| Processo: | 14/06669-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Érico Chagas Caperuto |
| Beneficiário: | Catarina de Andrade Barboza |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade São Judas Tadeu (USJT). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Inflamação Infarto do miocárdio Treinamento físico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estimulação Colinérgica | função autonômica | Função cardíaca | infarto do miocárdio | Inflamação | treinamento físico | Fisiologia do Exercício; Reabilitação Cardiovascular |
Resumo O desarranjo do sistema nervoso autonômico tem sido associado a um aumento do perfil inflamatório e, juntamente com as alterações na função ventricular, conduz a altas taxas de mortalidade em pacientes após o infarto do miocárdio (IM). Os benefícios cardiovasculares, imunológicos e autonômicos do treinamento físico (TF) aeróbico e, mais recentemente, o resistido, têm levado muitos investigadores a sugerirem estas ferramentas como condutas não farmacológicas importantes no tratamento e na prevenção do IM. Por outro lado, a administração brometo de piridostigmina (PIR), um estimulador colinérgico, vem demonstrando efeitos positivos na função autonômica de indivíduos saudáveis, em pacientes coronarianos (em resposta ao exercício), bem como em animais infartados. Nesse sentido, as perguntas que surgem são: a associação do TF aeróbico com a administração de PIR previamente ao IM pode desencadear efeitos positivos adicionais na função autonômica e, consequentemente, na resposta inflamatória ao IM? O TF resistido, realizado isoladamente antes do IM, é uma prática que induz a um fenótipo cardioprotetor? A associação do TF resistido com a administração de PIR previamente ao IM pode desencadear efeitos positivos adicionais na função autonômica e, consequentemente, na resposta inflamatória ao IM? Dessa forma, o objetivo do presente estudo será avaliar as respostas ventriculares, hemodinâmicas, autonômicas e inflamatórias da isquemia miocárdica em ratos previamente submetidos ao TF aeróbico ou resistido, associados ao tratamento com brometo de piridostigmina. Os animais serão submetidos a 60 dias de TF aeróbico ou resistido e, ao final do protocolo, será realizada a isquemia miocárdica por ligadura da artéria coronária descendente anterior esquerda. Após o IM, as avaliações da função ventricular, autonômica e do perfil inflamatório serão realizadas. Os resultados serão apresentados como média ± erro padrão da média e os testes estatísticos de ANOVA serão devidamente aplicados. P<0,05 serão considerados significativos. A realização desse estudo pode ter um impacto clínico relevante, esclarecendo mecanismos de prevenção e/ou atenuação dos efeitos adversos de um evento isquêmico. (AU) | |
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