| Processo: | 14/07124-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Luiz Gonzaga Tone |
| Beneficiário: | Lenisa Geron |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Via de sinalização Wnt Aurora quinases Linhagem celular tumoral Meduloblastoma Oncologia pediátrica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amg900 | Aurora-quinases | B-Catenina | Meduloblastoma | Via de sinalização Wnt | Oncologia Pediátrica |
Resumo O meduloblastoma (MB) é o tumor cerebral maligno mais comum na infância, porém, pode ocorrer também em adolescentes e adultos jovens. O tratamento utilizado atualmente inclui a ressecção do tumor, seguida de radiação local e crânio-espinhal e/ou quimioterapia. Recentemente a formação e a progressão do MB foram associadas a alterações moleculares em diferentes vias de sinalização, como, por exemplo, a Wingless (Wnt), conhecida por sua importância durante o desenvolvimento cerebelar. Estudos recentes sugerem que as proteínas Aurora-A e Aurora-B, que são essenciais para a divisão celular, estando ativas durante a mitose, podem estar envolvidas com a regulação desta via durante a progressão do MB. Por outro lado, dados do nosso grupo têm demonstrado que a inibição da atividade das proteínas Aurora-A e Aurora-B pela droga AMG 900 em células de MB pediátrico resulta em efeitos antineoplásicos promissores. Entretanto os mecanismos associados com esta atividade ainda não estão totalmente elucidados. Assim, o objetivo deste trabalho é estudar a modulação da via Wnt pelo inibidor de Aurora-quinases AMG 900 em linhagens celulares de meduloblastoma pediátrico. Esta investigação poderá fornecer novas perspectivas moleculares, tanto para elucidar os mecanismos específicos envolvidos na biologia do MB, quanto para a identificação de novas estratégias terapêuticas. (AU) | |
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