| Processo: | 14/07698-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Thiago dos Santos Moreira |
| Beneficiário: | Milene Rodrigues Malheiros Lima |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Pressão sanguínea Receptores de catecolaminas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atividade respiratória | atividade simpática | bulbo ventrolateral rostral | pressão arterial | Quimiorreceptores | Fisiologia Cardiovascular |
Resumo Os neurônios catecolaminérgicos C1 estão localizados na porção rostro ventrolateral do bulbo (RVL). Esses neurônios utilizam o glutamato como neurotransmissor, sintetizam as catecolaminas e outros neuropeptídeos. Os neurônios C1, localizados no RVL, estão organizados de maneira viscerotrópica e, em sua maioria, são intensamente ativados por hipoglicemia, infecção ou inflamação, hipóxia, nocicepção e alterações cardiovasculares. Esses neurônios controlam o sistema nervoso autônomo via projeções para neurônios pré-ganglionares simpáticos e parassimpáticos, projeções para eixo hipotálamo-hipófise, via núcleo paraventricular do hipotálamo, e evidências recentes indicam que os neurônios C1 também poderiam controlar a atividade respiratória. Portanto, diante das várias funções atribuídas ao grupamento catecolaminérgico C1, bem como das suas conexões anatômicas, acredita-se que a região C1 poderia também ser recrutada, durante a ativação dos quimiorreceptores, com o objetivo de promover a ativação respiratória. Para responder esse objetivo, estamos propondo no presente projeto a utilização de novas tecnologias que permitem a estimulação e a inibição seletiva do grupamento C1. Essa nova tecnologia está baseada na utilização de vetores virais, que associados à optogenética promoveriam a infecção e manipulação seletiva dos neurônios C1. (AU) | |
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