| Processo: | 14/07793-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia |
| Pesquisador responsável: | Renata de Britto Mari |
| Beneficiário: | Renata de Britto Mari |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Vicente |
| Pesquisadores associados: | Denis Moledo de Souza Abessa ; Juliana Plácido Guimarães ; Matheus Marcos Rotundo |
| Assunto(s): | Peixes Baiacu Sistema digestório Impactos ambientais Poluição da água |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Impacto ambiental | Morfologia | poluição | Teleósteos | tubo digestório | Microscopia |
Resumo
A zona costeira constitui-se uma região de grande diversidade biológica e fragilidade ambiental, sofrendo influência tanto de processos naturais quanto antrópicos. Impactos decorrentes da poluição das águas, contaminação do solo, pressão populacional, entre outros fatores, são especialmente vericados nesta região. As alterações promovidas pela presença de poluentes nos ambiente aquático podem comprometer os indivíduos desde o nível molecular até morfofisiológico ou individual, até os níveis maiores de população e ecossistema. Os peixes são excelentes indicadores para monitorar a saúde do ecossistema aquático, tendo em vista sua ampla diversidade e capacidade de concentrar poluentes em seus tecidos diretamente da água e/ou por meio de sua dieta bastante diversificada. Assim, tendo em vista que o sistema digestório é uma das principais portas de entrada de poluentes nos organismos, este estudo tem por objetivo avaliar a resposta morfofisiológica do trato digestório de baiacus aos fatores ambientais, por meio de técnicas morfológicas (microscopia de luz e eletrônica de transmissão) e bioquímicas, a fim de subsidiar a compreensão dos mecanismos de adaptação do organismo às condições adversas do ambiente marinho. Os animais serão coletados em duas regiões distintas do Litoral Paulista: Estuário de Santos e São Vicente (área de grande impacto) e Estação Ecológica Estadual da Juréia-Itatins (área conservada). (AU)
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