Resumo
Os desafios inseridos na medicina regenerativa e na engenharia genética, nos últimos anos tem governado os novos rumos da pesquisa em inovações terapêuticas. Além disso, têm aumentado as possibilidades das investigações inter, multi e transdiciplinares que alicerçam os novos horizontes da bioengenharia e transplante de tecidos e órgãos. O conhecimento atual sobre a heterogeneidade, a flexibilidade e plasticidade celular, sustenta a hipótese da associação de biomateriais biológicos bioativos, com células tronco e/ou moléculas bioativas, como uma alternativa promissora na reconstrução de grandes perdas teciduais. (AU)
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