| Processo: | 15/00343-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Patrícia de Oliveira Prada |
| Beneficiário: | Patrícia de Oliveira Prada |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Limeira |
| Assunto(s): | Endocrinologia Peso corporal Obesidade Metabolismo energético Tonsila do cerebelo Neuropeptídeos Proteínas quinases ativadas por AMP |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Amígdala | Ampk | gasto energético | Ingestão alimentar | obesidade | Endocrinologia |
Resumo
A obesidade é hoje um dos mais importantes problemas de saúde pública no mundo, sendo o mais importante fator de risco para o desenvolvimento de várias comorbidades. O peso corpóreo é mantido por meio de um equilíbrio entre ingestão alimentar e gasto energético. O aumento da atividade da AMP-activated protein kinase (AMPK) em núcleos hipotalâmicos está associado ao aumento da ingestão alimentar. Nos últimos anos, outras áreas do sistema nervoso central como o sistema dopaminérgico de recompensa têm sido investigadas por contribuírem com a regulação do metabolismo energético. Dentre estas áreas, a amígdala se destaca por ser responsiva à nutrientes e hormônios como insulina e grelina. Entretanto, não há estudos demonstrando a expressão e regulação da atividade da AMPK nessa região, bem como sua participação no controle do metabolismo energético. Neste sentido, em animais controles, propomos (1) investigar a expressão e regulação da fosforilação em Thr172 e da atividade da AMPK em amígdala in vivo em resposta a nutrientes (glicose), a neuroglicopenia (induzida por 2-DG), a realimentação após jejum prolongado e a hormônios (insulina e grelina). (2) Investigar se a AMPK participa do controle do metabolismo energético decorrente da ativação ou inativação do sistema melanocortina em amígdala in vivo. Em outro objetivo, (3) investigar se o bloqueio (STO-609-inibidor de CaMKK e Compound C) e a ativação (ARA) farmacológicos da AMPK por 7 dias alteram a ingestão alimentar, peso corpóreo, adiposidade, gasto energético e expressão de neuropeptídeos. Complementarmente e para aumentar a especificidade, (4) investigar se a inibição crônica da expressão com siRNA ou a expressão constitutiva ativa da AMPK por adenovírus na amígdala altera a ingestão alimentar, peso corpóreo, adiposidade, gasto energético e expressão de neuropeptídeos. Após a caracterização dos animais controles, (5) investigar a expressão e regulação da AMPK na região CeA da amígdala de animais submetidos à dieta hiperlipídica cronicamente e de ratos Zucker com obesidade genética. Se a AMPK estiver mais ativada em amígdala destes animais, (6) investigar se a inibição da expressão da AMPK nesta região pode alterar parâmetros como peso corpóreo, massa adiposa, ingestão alimentar, gasto energético, tolerância à glicose, sensibilidade à insulina, medida pelo clamp euglicêmico hiperinsulinêmico, e produção hepática de glicose. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |