| Processo: | 15/09691-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Osmar Malaspina |
| Beneficiário: | Priscila Sepulveda Friol |
| Instituição Sede: | Centro de Estudos de Insetos Sociais (CEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Ecotoxicologia Tiametoxam Neonicotinóide Polinização Abelhas Apis mellifera Hematoxilina Microscopia eletrônica de transmissão |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Abelha | neonicotinoide | recem-emergida | tiametoxam | Morfologia e Ecotoxicologia |
Resumo As abelhas Apis mellifera africanizada pertencem à família Apidae sendo que essa espécie é de grande importância no serviço da polinização na qual envolve a manutenção da diversidade das plantas como também a produção de alimentos. O aumento das culturas agrícolas tem por consequência a grande utilização dos pesticidas, fazendo com que utilização destes, seja cada vez maior e mais frequente. Dentre os pesticidas, destacam-se os neonicotinóides, que são amplamente utilizados uma vez que são eficazes no combate de pragas. No entanto, por terem seu modo de ação sistêmico, podem também afetar as abelhas direta ou indiretamente. Além das abelhas adultas, as larvas também podem se contaminar através do pólen, néctar e cera contaminados, provenientes das coletas realizadas pelas forrageiras. Desse modo, é de suma importância realizar estudos ecotoxicológicos a fim de verificar os possíveis efeitos de tais inseticidas sobre as abelhas, podendo assim avaliar o impacto desses xenobióticos para as abelhas, que permitirá obter novas estratégias de proteção e conservação destes polinizadores. Diante disto, o presente estudo propõe avaliar se a exposição de larvas de Apis mellifera africanizada a uma concentração de campo de tiametoxam pode causar alterações morfológicas no intestino e cérebro de operárias recém-emergidas, por meio da técnica de Hematoxilina e Eosina (H.E.) e Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET). | |
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