| Processo: | 15/14205-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Renato Arruda Mortara |
| Beneficiário: | Carina Carraro Pessoa |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biologia celular Leishmania mexicana |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ATP6V0d2 | Leishmania amazonensis | macrófagos RAW 264 | vacúolos parasitóforos | 1 | biologia celular |
Resumo A infecção intracelular por protozoários do gênero Leishmania envolve a formação de vacúolos parasitóforos (VPs) nos quais o parasita se desenvolve e multiplica no interior de macrófagos. Leishmania (Leishmania) mexicana e Leishmania (Leishmania) amazonensis multiplicam-se em VPs espaçosos que contêm mais de um amastigota, enquanto a maioria das espécies estudadas como L.(L.) major e L.(L.) donovani forma VPs justapostos à membrana dos amastigotas. Os VPs de Leishmania apresentam em sua membrana moléculas de MHC II e possuem pH ácido, mantido por próton-ATPases vacuolares (v-ATPases). Algumas isoformas das v-ATPases são mais expressas em macrófagos infectados por L. (L.) amazonensis quando comparados com macrófagos não infectados. É o caso da subunidade d2 (ATP6V0d2), cuja função ou participação na infecção intracelular por este parasita é desconhecida. Resultados preliminares mostraram que o crescimento vacuolar frente à infecção por L. (L.) amazonensis em células silenciadas para a isoforma d2 foi prejudicado e a expressão de colesterol nestes mesmos macrófagos estava alterada. Neste projeto, propõe-se o emprego de macrófagos RAW 264.7 silenciados para a isoforma d2 de modo a investigar mais profundamente o papel da v-ATPase na biogênese dos VPs formados por L. (L.) amazonensis, L. (L.) mexicana e Coxiella burnetii. Adicionalmente, considerando a hipotética interferência dos VPs espaçosos na apresentação de antígenos de patógenos intracelulares, investigaremos se a redução volumétrica dos vacúolos nos macrófagos silenciados para a ATP6V0d2 é capaz de interferir na apresentação de antígenos via MHC classe II e/ou I por esses macrófagos. | |
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