| Processo: | 15/15963-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Juliana Issa Hori |
| Beneficiário: | Juliana Issa Hori |
| Empresa: | Apis Flora Industrial e Comercial Ltda |
| Pesquisadores associados: | Franciane Marquele de Oliveira ; Thiago Mattar Cunha |
| Assunto(s): | Artrite reumatoide Anti-inflamatórios Inflamassomos Extratos vegetais Própolis Nanopartículas Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Artrite | Inflamação | inflamassoma | Nanopartículas | propolis | Inflamação |
Resumo
A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica com envolvimento de células do sitema imune e citocinas inflamatórias na membrana sinovial das articulações, provocando destruição progressiva da cartilagem e osso, que induz incapacidade funcional e aumento da morbilidade e mortalidade dos doentes. Estima-se que de 1 a 3% da população mundial sejam acometidas por essa artropatia que possui alto impacto sócio-econômico. Atualmente, a AR ainda não apresenta um tratamento efetivo. O tratamento inicial se dá somente com medicamentos para o alívio da dor, diminuição da inflamação e redução dos sintomas, não sendo suficientes porém, para impedir o progresso da doença. No entanto, todos esses medicamentos apresentam eficácia limitada e baixa aderência ao tratamento devido, principalmente, aos significativos efeitos adversos causados nos pacientes. Adicionalmente, outro problema se refere ao elevadíssimo custo envolvido no tratamento dessa enfermidade. Dados de 2007 do Ministério da Saúde afirmam que a AR foi a quarta doença de maior impacto orçamentário para o SUS. Nesse cenário, a busca por um medicamento menos tóxico e de menor custo, se torna cada vez mais imprescindível. Aqui, propomos avaliar a eficácia e a segurança do extrato de própolis verde EPP-AF® em modelo murino de AR. O extrato EPP-AF® já teve sua padronização química caracterizada e sua atividade anti-inflamatória avaliada em diferentes modelos biológicos. Recentemente, demonstramos também a sua eficácia em inibir o inflamassoma de NLRP3 e consequentemente a produção de IL-1² por macrófagos. Dados da literatura já demonstraram o envolvimento do inflamassoma de NLRP3 e aumento exacerbado da produção de IL-1² com a susceptibilidade ao desenvolvimento de AR. Nesse sentido, a utilização do extrato de própolis verde EPP-AF® apresenta-se como uma alternativa promissora para o tratamento dessa doença crônica. Adicionalmente, propomos o estudo envolvendo a veiculação do extrato EPP-AF® ou de seus biocompostos em nanopartículas visando à produção final de um medicamento ainda mais eficaz no tratamento de AR. Economicamente, a substituição de tratamentos dispendiosos, longos e com efeitos colaterais acentuados por um medicamento efetivo, de baixo custo e sem efeitos adversos, trará grande economia ao sistema SUS e, principalmente, uma melhor resposta terapêutica dos usuários. (AU)
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