| Processo: | 16/02881-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 16 de maio de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 15 de dezembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Leticia Labriola |
| Beneficiário: | Letícia Ferreira Terra |
| Supervisor: | Stephan Lortz |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Hannover Medical School, Alemanha |
| Vinculado à bolsa: | 13/13914-0 - Papel citoprotetor da prolactina na autofagia de células-beta, BP.PD |
| Assunto(s): | Biologia celular Diabetes mellitus Estresse oxidativo Prolactina Autofagia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autofagia | células-beta | diabetes | Estresse oxidativo | hspb1 | Prolactina | Biologia Celular |
Resumo Resultados recentes de nosso laboratório mostraram que em células-beta, prolactina (PRL) leva a uma indução de HSPB1, e que silenciando sua expressão abole completamente os efeitos da PRL na citoproteção. Além disso, realizando imunprecipitação seguida de espectroscopia de massa, sabemos agora que apenas quando células-beta foram cotratadas com citocinas e PRL, HSPB1 interage com as superoxido dismutase 1 e 2, assim como com peroxirredoxina 1 e 3. Também temos analisado o papel da PRL na autofagia de células-beta com resultados interessantes. Portanto seria importante estudar os efeitos da PRL e a sua consequente indução de HSPB1 em um possível cross-talk entre autofagia e estresse de retículo em células-beta. Para que esse objetivo possa ser perseguido, seria importante investigar as diferenças entre a resistência a estresse oxidativo entre células-beta expressando ou não HSPBq submetidas a tratamento com citocinas ou rapamicina, na presença ou ausência de PRL. Os resultados obtidos com esse projeto nos permitirão propor novas hipóteses para os mecanismos moleculares envolvidos na citoproteção de células-beta, bem como a abordagens terapêuticas alternativas visando ao aumento de viabilidade celular e ultimamente ao sucesso do transplante de ilhotas em pacientes com diabetes mellitus tipo 1. | |
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