| Processo: | 16/06514-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Severino Matias de Alencar |
| Beneficiário: | Severino Matias de Alencar |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Assunto(s): | Química de alimentos Espécies de oxigênio reativas Compostos fenólicos Antioxidantes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arachis hypogaea L | atividade antioxidante | Compostos fenólicos | espécies reativas de oxigênio | Química de Alimentos |
Resumo
O amendoim (Arachis hypogaea L.) é um grão muito apreciado em todo o mundo e possui elevada importância econômica. É cultivado em mais de 100 países e é a quarta oleaginosa mais produzida no mundo. Destaca-se por conter ácidos graxos e aminoácidos essenciais, boa relação entre ácidos graxos insaturados e saturados e vitaminas. É também fonte de compostos fenólicos tais como estilbenos, flavonoides e ácidos fenólicos, além de tocoferóis, todos conhecidos por apresentar atividade antioxidante. Portanto, estas características fazem do amendoim um importante alimento a ser incluído na dieta, com a finalidade de prevenir doenças crônicas, as quais, em sua maioria, estão correlacionadas com o estresse oxidativo. No Brasil, e como forma de atender a demanda de agricultores situados no sertão nordestino, região semiárida mais populosa do mundo, a Embrapa estabeleceu um programa de melhoramento do amendoim, com foco no desenvolvimento de cultivares precoces, produtivas e adaptadas à seca. Desta forma, o objetivo deste trabalho é investigar a composição química e a capacidade de desativação de espécies reativas de oxigênio (ROS) de cultivares de amendoin melhoradas pela Embrapa para o bioma do nordeste brasileiro, especificamente a região do sertão nordestino, de forma a se entender se existe uma relação entre a tolerância ao estresse hídrico com a atividade antioxidante e a composição fenólica dos grãos destas novas cultivares. Isto também se faz muito importante, pois não existe na literatura nenhum estudo sobre a capacidade de desativação de ROS e a composição química biotiva de grãos de cultivares de amendoim brasileiras resistentes ao estresse hídrico. (AU)
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