| Processo: | 16/09824-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia |
| Pesquisador responsável: | Ana Silvia Prata |
| Beneficiário: | Ana Silvia Prata |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Johan Bernard Ubbink ; Jose Roberto Trigo ; Julian Martínez ; Maria Teresa Pedrosa Silva Clerici ; Rodney Alexandre Ferreira Rodrigues |
| Assunto(s): | Vírus Zika Aedes aegypti Amido Microencapsulação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aedes aegypti | amido | Microencapsulação | Zika | Tecnologia |
Resumo
Muitos pesticidas e repelentes sintéticos comercialmente disponíveis e considerados pela população como o único meio efetivo para o controle de insetos, são normalmente tóxicos, não específicos e poluentes, causando danos à saúde de humanos e ao ecossistema. O alastramento da dengue em todo o país também é conseqüência da não seletividade dos inseticidas químicos e da resistência apresentada pelo vetor Aedes aegypti a esses inseticidas. Existem muitos compostos orgânicos bioativos produzidos por plantas, potenciais para o controle de mosquitos, mas que se apresentam ineficientes quando aplicados livremente devido à volatilização ou lixiviação de moléculas ativas, o que acarreta reduzida duração do efeito inseticida/larvicida. Apesar da preocupação pública generalizada com efeitos ambientais e na saúde pelo uso de pesticidas sintéticos, os pesticidas naturais precisam emplacar como alternativas comercialmente viáveis de produtos de risco reduzido. Para contornar o problema de instabilidade dos produtos naturais, técnicas de microencapsulação tem sido utilizadas em diferentes áreas. A microencapsulação protege materiais sensíveis que podem sofrer degradação, permite a aplicação em doses definidas sem que haja o contato direto com o composto ativo e pode promover a liberação gradual e controlada do componente ativo. O objetivo deste projeto é produzir carreadores biodegradáveis para liberação controlada de larvicidas naturais em ambiente doméstico. A técnica priorizada visa a posterior produção industrial destes carreadores, para permitir que produtos naturais sejam transformados em alternativas viáveis, utilizando materiais de baixo custo e sem risco de toxicidade ao consumidor e ao ambiente. Vê-se no desenvolvimento destes carreadores, uma medida auxiliar no controle do crescimento de larvas de Aedes aegypti, vetor da dengue, chickungunha e vírus Zika. (AU)
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PARTÍCULA BIODEGRADÁVEL E USO BR 10 2017 026411 4 - Universidade Estadual de Campinas Unicamp . Juliana Dias Maia; Ana Silvia Prata; Johan Bernard Ubbink; Marcio Schmiele - 01 de janeiro de 2017
PARTÍCULA BIODEGRADÁVEL E USO WO/2019/109155 - Universidade Estadual de Campinas Unicamp . Juliana Dias Maia; Ana Silvia Prata; Johan Bernard Ubbink; Marcio Schmiele - 01 de janeiro de 2018