| Processo: | 16/10561-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética |
| Pesquisador responsável: | José Cesar Rosa Neto |
| Beneficiário: | Helena Angélica Pereira Batatinha |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/09520-3 - Exercício agudo como uma ferramenta para aumentar a segurança e a eficiência de infusão de linfócitos do doador após o transplante alogênico de medula óssea, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Microbiota Imunometabolismo Probióticos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | exercício extenuante | Infecções to trato respiratório superior | Microbiota | probioticos | Imunometabolismo |
Resumo Atletas de provas de longa duração apresentam maior susceptibilidade ao desenvolvimento das infecções do trato respiratório superior (ITRS) por apresentarem um sistema imunológico fragilizado. O trato aéreo superior é cheio de bactérias que convivem de maneira simbiótica com o nosso organismo. Essa conjunção se estende da boca até o ânus, dando origem ao que chamamos de microbiota. O exercício físico parece ser um importante modulador da microbiota atuando na sua interação com o SI e a homeostase energética. É possível que nos casos de ITRS a microbiota esteja alterada, e que o exercício prolongado de alta intensidade module negativamente esse ambiente aumentando ainda mais a incidência dessas infecções. Outra vertente que ganha força é a suplementação de probióticos a fim de fortalecer o sistema imunológico e prevenir doenças. Contudo são escassos estudos sobre o efeito da suplementação de probióticos na microbiota oral e sua relação com o desenvolvimento da ITRS. Portanto o objetivo deste estudo é investigar se há alterações na microbiota oral de corredores de longa distância e se a suplementação de probióticos seria capaz de manter a microbiota saudável e diminuir a incidência de infecções do trato respiratório superior. Serão recrutados corredores de longa distância, homens de 29 a 45 anos, os quais participarão de uma prova de maratona nos momentos: sem suplementação, após 7 dias de suplementação com probióticos e após 30 dias de suplementação com probióticos. Serão coletadas amostras de saliva e sangue para análise da microbiota oral (extração de DNA bacterial e ensaio DGGE) e dos parâmetros imunometabólicos (citocinas pro e anti-inflamatórias, insulinemia, perfil lipídico). Além disso, uma cultura de linfócitos será desempenhada explorando a função celular os mecanismos intracelulares. Espera-se que os corredores apresentem alteração na microbiota e que a suplementação com probióticos reverta esse quadro. | |
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