| Processo: | 16/19321-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Patricia Ucelli Simioni |
| Beneficiário: | Patricia Ucelli Simioni |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Anticorpos monoclonais Bevacizumab Cetuximab |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bevacizumab | Cetuximab | colorectal tumor | Monoclonal antibodies | panitumumab | ramucirumab | Terapias biológicas |
Resumo
O câncer colorretal é uma doença da população idosa. A terapia de anticorpo monoclonal é o tratamento mais promissor na investigação recente, uma vez que o número de pacientes geriátricos continua a aumentar. Na atualidade, os anticorpos monoclonais mais frequentemente utilizados no tratamento de tumores colorretais são bevacizumab, cetuximab, panitumumab e ramucirumab. Bevacizumab é um anticorpo monoclonal que age sobre o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF). Cetuximab e panitumumab atuam no receptor do fator de crescimento endotelial (EGFR). Já Ramucirumab liga-se diretamente ao receptor de VEGF 2 bloqueando a ligação do VEGF-A, VEGF-C e VEGF-D. Estes anticorpos monoclonais, isoladamente ou associada à radioterapia ou quimioterapia, apresentam bons resultados e estão aumentando a sobrevida dos pacientes, apesar dos efeitos colaterais. Devido ao número limitado de moléculas disponíveis, vários estudos estão buscam desenvolver novos anticorpos monoclonais para o tratamento de tumores colorretais. Entre esses, algumas moléculas últimos estão em ensaios de fase I e/ou II, com resultados vantajosos, tais como anti-DR5, anti-Fn14, anti-IGF-R1, anti-EGFR, anti-NRP1 e anti-A33 anticorpos, com sucesso na redução de efeitos secundários e para o tratamento de pacientes que não respondem aos anticorpos já aprovados. (AU)
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