| Processo: | 17/06104-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Julia Pinheiro Chagas da Cunha |
| Beneficiário: | Julia Pinheiro Chagas da Cunha |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Epigênese genética Trypanosoma cruzi Histonas Imunoprecipitação da cromatina Fenótipo Cromatina Espectrometria de massas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cromatina | Espectrometria de massas | histona | parasita | epigenética |
Resumo
O Trypanosoma cruzi é um eucarioto unicelular, agente causador da Doença de Chagas que alterna entre formas replicativas e não infectivas (epimastigotas e amastigotas) e formas não-replicativas e infectivas (tripomastigotas celulares e sanguíneas). A diferenciação entre estas formas é acompanhada tanto por diferenças dos níveis globais de transcrição quanto por alterações estruturais na cromatina. Diversos estudos apontam que a cromatina dos tripanossomas contem diversas alterações epigenéticas, incluindo deposição de variantes de histonas, enriquecidas em sítios putativos de início de transcrição. Recentemente verificamos que a histona H2Bv de T. cruzi está presente em maior quantidade na cromatina das formas não replicativas, sugerindo que a mesma possa desempenhar algum papel importante frente às diferenças fenotípicas (de expressão gênica e estrutura da cromatina) observadas entre as formas de vida de T. cruzi. Assim, neste trabalho, pretendemos estudar o papel da histona H2Bv neste parasita. Para tal, iremos: I. Identificar os parceiros de interação desta histona variante através de ensaios de co-imunoprecipitação e pulldown; II. Identificar as regiões genômicas em que esta proteína se associa, através de ensaios de imunoprecipitação da cromatina (ChIP); III. Analisar se H2Bv está preferencialmente presente em eucromatina e heterocromatina, através de ensaios de microscopia eletrônica e digestão parcial com MNase; IV. Gerar parasitas nocautes para H2Bv e avaliar o fenótipo nas diferentes formas durante o ciclo de vida; V. Avaliar o fenótipo das formas epimastigotas e células de mamíferos que superexpressam H2Bv. (AU)
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