| Processo: | 17/15314-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Bryan Saunders |
| Beneficiário: | Gabriel Henrique Castanho Barreto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/50438-0 - Suplementação nutricional e exercício para otimizar o desempenho: foco nas respostas individuais e um passo para a nutrição esportiva personalizada, AP.JP |
| Assunto(s): | Suplementação alimentar Polimorfismo genético Cafeína |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cafeína | Cyp1A2 | Exercício | Polimorfismo | Respostas fisiológicas | suplementação | Suplementação nutricional |
Resumo A cafeína é a substância psicoativa mais consumida no mundo. Suas propriedades são valiosas às práticas esportivas, pois ela age como um antagonista de receptores de adenosina, aumentando a liberação de noradrenalina e dopamina no sistema nervoso central e consequentemente reduzindo a percepção de exaustão e de dor, reduzindo assim a fadiga. Apesar de seus efeitos potencialmente ergogênicos, algumas pessoas parecem não obter benefícios da suplementação de cafeína, sendo as possíveis diferenças genéticas consideradas um fator contribuinte para este fenômeno. Tem se hipotetizado que o polimorfismo CYP1A2 -163C>A seja o principal responsável pelas diferenças encontradas, sendo que os carreadores do alelo C são considerados os metabolizadores lentos e poderiam obter menores benefícios da suplementação de cafeína quando comparados com os homozigotos AA para este gene (metabolizadores rápidos). Entretanto, o perfil temporal da cafeína e seus derivados (dimetilxantinas) no sangue, além de sua relação com o genótipo ainda não foi demonstrada na literatura. Ademais, as referências que demonstraram diferenças no desempenho entre os indivíduos com diferentes genótipos são contraditórias e utilizaram uma amostragem reduzida. O objetivo deste estudo é determinar se há diferenças nas respostas plasmáticas temporais de cafeína e dimetilxantinas e no desempenho entre diferentes genótipos para CYP1A2. | |
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