| Processo: | 18/19341-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Anderson de Souza Sant'Ana |
| Beneficiário: | Anderson de Souza Sant'Ana |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Fungos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ethylamide ochratoxin A | food analysis | Fungi | Masked mycotoxin | Risk assessment | Secondary Metabolites | Modelagem do comportamento microbiano e produção de micotoxinas |
Resumo
Aspergillus carbonarius e Aspergillus niger são os principais fungos responsáveis pelo acúmulo de ocratoxina A (OTA) em uvas para vinho. Algumas cepas são capazes de converter a micotoxina original em outros compostos por meio de reações de hidrólise e / ou conjugação através de seus mecanismos de defesa e atividade enzimática, levando à formação de uma micotoxina modificada. Assim, a variabilidade do crescimento e da produção de metabólitos é inerente à cepa, ocorrendo de forma distinta mesmo quando submetida a condições semelhantes. Neste sentido, esta contribuição objetivou determinar a variabilidade na multiplicação e produção de OTA por linhagens de A. carbonarius e A. niger isoladas de uvas, bem como investigar a formação de micotoxinas modificadas. As cepas foram incubadas em meio à base de uva e o diâmetro das colônias medido diariamente. A determinação da OTA foi realizada por cromatografia líquida de alta eficiência e a identificação de micotoxinas modificadas foi realizada por espectrometria de massas de alta resolução. Variabilidades em termos de crescimento e produção de OTA foram avaliadas em cinco diferentes linhagens. O pico de produção de OTA foi detectado no dia 15, e um declínio no dia 21 foi observado, indicando que a redução observada pode estar associada com a degradação ou modificação da OTA ao longo do tempo pelo fungo. A etilamida ocratoxina A, uma micotoxina modificada identificada neste estudo, fornece evidências de que pode haver subnotificação dos níveis totais de micotoxinas nos alimentos, aumentando a incerteza em relação aos riscos à saúde da população. (AU)
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