| Processo: | 18/20419-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Kátia de Angelis Lobo D Avila |
| Beneficiário: | Kátia de Angelis Lobo D Avila |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Hipertensão Estresse oxidativo Rim Cardiovascular Treinamento físico combinado |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | disfunção autonômica cardiovascular | Estresse oxidativo | hipertensão | ooforectomia | Rim | treinamento físico combinado | Cardiovascular |
Resumo
A prevalência de hipertensão aumenta acentuadamente em mulheres na menopausa. Estudos recentes demonstraram que o treinamento aeróbico ou resistido pode ajudar a controlar a hipertensão. Neste estudo, relatamos que a combinação de treinamento aeróbico e resistido pode fornecer uma abordagem terapêutica eficaz para o controle da hipertensão, atenuando a inflamação e o estresse oxidativo em ratas ovariectomizadas. Ratas Wistar e SHR fêmeas foram distribuídas em 4 grupos: sedentário controle (C), sedentário hipertenso (HR), sedentário hipertenso ovariectomizado (HR-O) e treinado hipertenso ovariectomizado (T-HR-O). O treinamento físico combinado foi realizado em esteira ergométrica (treinamento aeróbio) e em escada adaptada a ratos (treinamento resistido), em dias alternados por 8 semanas. A pressão arterial direta foi registrada e o estresse oxidativo e a inflamação foram avaliados no tecido cardíaco e renal. A ovariectomia aumentou a pressão arterial média, a modulação simpática e o estresse oxidativo em ratos espontâneamente hipertensos (SHR). A combinação de treinamento aeróbico e resistido reduziu a pressão arterial média (12% vs. HR-O), frequência cardíaca (8% vs. HR-O), modulação simpática vascular (40% vs. HR-O) e melhorou a sensibilidade do barorreflexo. O treinamento combinado reduziu a inflamação cardíaca (TNF e IL-6) e a lipoperoxidação cardíaca e renal (59% e 57%, respectivamente vs. HR-O). Também aumentou a capacidade antioxidante total cardíaca (71%) e renal (76%) quando comparado ao grupo HR-O. Em conclusão, a combinação de treinamento aeróbico e resistido melhora a pressão arterial média, o controle autonômico cardiovascular, prevenindo o estresse oxidativo e a inflamação em tecidos cardíaco e renal em um modelo experimental de hipertensão com menopausa cirúrgica induzida por ovariectomia. (AU)
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