| Processo: | 18/26383-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Sandra Helena Poliselli Farsky |
| Beneficiário: | Milena Fronza Broering |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/05777-2 - Organoide intestinal como ferramenta de investigação da nanocápsula de núcleo lipídico multi parede funcionalizada com Anexna A1, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Farmacologia Nanocápsulas Anexina A1 Colite ulcerativa Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Caco-2 | camundongos C57BL | colite | Dss | Inflamação | 6 | Farmacologia |
Resumo A Anexina A1 (AnxA1) é um proteína de 37 KDa secretada por diversas células com papel modulador da resposta inflamatória. A AnxA1, importante proteína anti-inflamatória, modula a colite experimental e nosso grupo de pesquisa tem mostrado que a AnxA1 é mediador do tratamento da doença com infliximab. As nanocápsulas de núcleo lipídico (LNCs) carreiam moléculas de diferente natureza, entre as quais produtos biológicos, e tem habilidade de atravessar barreiras endógenas, demonstrando eficácia terapêutica após administração oral. Assim, o presente projeto tem por objetivo encapsular a AnxA1 em LNC (LNC-AnxA1) e testar sua eficácia em modelo in vivo de colite experimental induzida pelo DSS em camundongos C57Bl/6 pela administração oral, além de elucidar os efeitos da mesma em células Caco-2, uma linhagem de epitélio gastrointestinal. O encapsulamento da AnxA1 e sua caracterização físico-química serão realizados no laboratório de nanotecnologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, seguindo o protocolo estabelecido pelas Professoras Silvia Guterres e Adriana Polhmann. A AnxA1 recombinante (rAnxA1) será cedida pelo Dr. Chris Reutlelinsgperger da Universidade de Maastrich, Holanda. A colite experimental será induzida pela administração oral de DSS 3% já estabelecido em nosso laboratório. O tratamento com LNC-AnxA1 será realizado a partir do 6° dia até o 10° dia após o início da indução da colite, por via oral, na concentração de 25 µg ao dia. No 11° dia, amostras do cólon e de sangue serão coletadas para caracterização histológica, de imuno-histoquímica, caracterização celular da lâmina própria por citometria de fluxo, vias de sinalização celular, leucograma e citocinas plasmáticas, além de cálculo do índice de atividade da doença. Serão realizados estudos in vitro com células Caco-2 estimuladas e observar a secreção de mediadores inflamatórios, como o TNF-± permeabilidade e integridade da barreira celular, além de alterações nas moléculas das junções intercelulares importantes para o desenvolvimento da doença. Em conjunto, os resultados obtidos poderão contribuir para a aplicação da rAnxA1 como uma ferramenta terapêutica para a colite, uma doença crônica que não possui tratamento efetivo que acomete cada vez mais pessoas mundialmente. (AU) | |
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