| Processo: | 18/26402-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Carlos Pelleschi Taborda |
| Beneficiário: | Brenda Kischkel |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/08730-6 - Patogenicidade fúngica: efeito do tabagismo, resposta imune e a modulação vacinal na paracoccidioidomicose e na histoplasmose, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 20/03532-7 - Investigação da resposta imune treinada de monócitos e macrófagos após exposição à formulação de vacina contra micoses sistêmicas, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Micologia Histoplasmose Epitopos Vacinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Histoplasma capsulatum | Micologia | modelo experimental | peptídeo | Proteção | Vacina | Micologia |
Resumo A Histoplasmose é considerada a infecção fúngica respiratória mais comum com distribuição mundial causada pelo fungo Histoplasma capsulatum. Este fungo é considerado um patógeno primário, uma vez que não infectam apenas indivíduos imunocomprometidos, mas também é capaz de colonizar indivíduos imunocompetentes. Ao considerar a AIDS e as micoses sistêmicas endêmicas como condições associadas, a Histoplasmose é responsável por 10,1% das causas de mortes. As formas de tratamento disponíveis atualmente para Histoplasmose e demais infecções fúngicas sistêmicas são drogas como a anfotericina B e o itraconazol, muitas vezes eficientes no tratamento. Contudo, esses pacientes precisam ser submetidos a longos períodos de tratamento que podem interferir na qualidade de vida devido a efeitos colaterais significativos decorrentes da alta toxicidade desses antifúngicos e interação com outras drogas. Além disso, recidivas da doença são frequentemente relatados. Neste estudo partimos do princípio de que o sistema imunológico é essencial para garantir bons resultados no tratamento de infecções fúngicas, uma vez que em pacientes imunossuprimidos a vacinação terapêutica ou profilática pode estimular o sistema imunológico. Modelos vacinais já foram desenvolvidos para Histoplasmose, Aspergilose, Candidíase, Criptococose, Coccidioidomicose, no entanto, ainda não existe uma vacina que demonstra uma boa eficácia. Neste contexto, o nosso estudo visa ampliar o conhecimento e estabelecer novas ferramentas para desenvolvimento de vacinas terapêuticas, pautados na seleção de novos epítopos derivados de H. capsulatum. Levando assim, a obtenção de um produto mais seletivo para a célula fúngica e mais eficiente no combate a infecção com redução do período de tratamento e prevenção de recidivas da doença. (AU) | |
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