| Processo: | 19/06322-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 10 de maio de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Selma Giorgio |
| Beneficiário: | NAHIARA ESTEVES ZORGI |
| Supervisor: | Jose Maria Requena |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Universidad Autónoma de Madrid (UAM), Espanha |
| Vinculado à bolsa: | 16/11539-6 - Estudo da capacidade imunoprotetora induzida pela infecção com linhagens "suicidas" de Leishmania infantum em camundongos, BP.PD |
| Assunto(s): | Leishmaniose Leishmania infantum Vacinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | leishmania infantum | Northern-blot | RNA binding proteins | vaccine | Leishmaniose |
Resumo A Leishmaniose Visceral (LV) é uma doença parasitária grave causada por infecção por Leishmania infantum ou Leishmania donovani. A LV é distribuída mundialmente e a infecção pode ser silenciosa, apresentar pequenas manifestações clínicas, grave ou até mesmo letal. A terapia atual com antimoniais ou com anfotericina são eficazes na maioria dos casos de LV. No entanto, a doença mantém aproximadamente 7% letalidades no Brasil, mesmo entre os pacientes em tratamento. Atualmente não há vacina disponível para leishmaniose humana, portanto, o desenvolvimento de vacina é altamente desejável e uma ferramenta mais prática e eficiente para o controle da doença, tanto em humanos como em animais, principalmente cães. Uma das dificuldades no desenvolvimento de vacinas são uso dos adjuvantes, com a utilização de parasitas atenuados poderia ser uma alternativa para novos imunógenos sem a necessidade do adjuvante. Nosso grupo desenvolveu um plasmídeo pFL-AMA, um vetor que expressa a proteína amastina, que é exclusiva da fase amastigota. Quando sequências que codificam proteínas tóxicas são inseridas no plasmídeo, como uma forma ativa de tripsina bovina ou avidina de ovo, os parasitas transfectados com plasmídeos recombinantes morrem após diferenciação completa em amastigote. Neste trabalho pretendemos avaliar detalhadamente a expressão do gene tóxico codificado nos plasmídeos pFL-AMA-AVITOX e pFL-AMA-TRYPTOX após o processo de diferenciação dos parasitas. | |
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