| Processo: | 15/23767-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Selma Giorgio |
| Beneficiário: | Selma Giorgio |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Daniel Ruiz Abánades ; Marcos Nogueira Eberlin |
| Assunto(s): | Biomarcadores Leishmania Leishmaniose Macrófagos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biomarcadores | leishmania | Macrófagos | Leishmaniose |
Resumo
A leishmaniose é um grupo de doenças negligenciadas e endêmicas de áreas tropicais e subtropicais. O protozoário do gênero Leishmania parasita fagócitos mononucleares, e as manifestações patológicas são lesões cutâneas simples e mucosas e leishmaniose visceral em humanos. Diferentes metodologias podem ser utilizadas para o diagnóstico, mas nenhuma com sensibilidade e especificidade desejáveis, não há vacinas de uso comercial em grande escala, e há relatos de falhas terapêuticas e resistência às drogas utilizadas na clinica. Apesar das dificuldades, que justificam as pesquisas de novas alternativas e abordagens ao prognóstico, diagnóstico, tratamento e prevenção das leishmanioses, os modelos in vitro (macrófagos cultivados e infectados com Leishmania) e in vivo (camundongos isogênicos) são excelentes ferramentas para estudos imunológicos e bioquímicos. Este projeto é dividido em dois subprojetos com os seguintes objetivos: 1) Pesquisa de biomarcadores: avaliar a expressão diferencial de biomoléculas em modelo murino durante a infecção com L. infantum e L. amazonensis, considerando-se a natureza da resposta imune e inflamatória do hospedeiro. Para tanto será necessário analisar órgãos e lesões de camundongos infectados com L. amazonesis e L. infantum pela tecnica imunohistoquimica e pelo metodo de imageamento por espectrometria de massas. 2) Desenvolvimento de linhagens transgênicas de L. infantum: produzir linhagens do parasita que expressem proteínas/polipeptídeos tóxicos apenas na forma amastigota isto é, "suicidas" quando diferenciadas em amastigotas, mas com capacidade proliferativa e infectiva quando na forma promastigota. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |