| Processo: | 14/12443-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Eneida de Paula |
| Beneficiário: | Vicky Vanessa Ortega Gaona |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Meglumina Macrófagos Leishmaniose Leishmaniose visceral animal Lipossomos Ciclodextrinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antimoniato de meglumina | ciclodextrina | drug delivery | leishmania infantum | leishmaniose viceral canina | Lipossomas | Direcionamento intracelular de fármacos veiculados em sistemas de liberação sustentada |
Resumo O termo leishmaniose denomina um complexo de doenças infecciosas causadas por protozoários intramacrofágicos do gênero Leishmania. A Leishmaniose Visceral (LV), a forma fatal da doença, é uma doença negligenciada, intimamente associada à pobreza, considerada pela Organização Mundial da Saúde uma das seis doenças endêmicas de maior relevância no mundo. No Brasil a doença é uma zoonose que tem o cão doméstico como principal reservatório urbano do parasita e entre as medidas de controle da LV a eutanásia dos cães soropositivos é amplamente empregada. O espectro de fármacos disponíveis para o tratamento da Leishmaniose Visceral Canina (LVC) é restrito e apresenta diversas limitações em termos de toxicidade, eficácia, preço e esquemas terapêuticos. Em razão disto, o tratamento da LVC como alternativa à eutanásia dos cães é questionado quanto a real capacidade de curar os animais. Por isso é preciso desenvolver novas formas farmacêuticas que ajudem melhorar a eficácia dos tratamentos, aumentando a atividade leishmanicida e reduzindo a toxicidade dos medicamentos. Neste projeto objetivamos desenvolver uma formulação de liberação sustentada para o Antimoniato de Meglumina (AME), um dos principais fármacos utilizados no tratamento da LV, em um sistema de duplo-carreamento (lipossomas mais hidroxipropil-B-ciclodextrina), como uma nova abordagem terapêutica para o tratamento da LVC in vitro. Também pretendemos investigar os mecanismos envolvidos na interação e processamento intracelular desse sistema, avaliando os processos de internalização, tráfego intracelular e colocalização das partículas lipossomais e de amastigotas de L. infantum em macrófagos de linhagem canina DH82. (AU) | |
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