| Processo: | 19/07230-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Valeria Cristina Sandrim |
| Beneficiário: | Valeria Cristina Sandrim |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Mattias Carlström ; Ricardo de Carvalho Cavalli |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 21/00141-0 - Arginase em pré-eclâmpsia: estudo de polimorfismos genéticos, fatores circulantes e ensaios in vitro, BP.TT |
| Assunto(s): | Hipertensão induzida pela gravidez Pré-eclâmpsia Arginase NADPH oxidases Polimorfismo genético Técnicas in vitro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | preeclampsia | hipertensão na gravidez |
Resumo
A pré-eclâmpsia é a principal causa de mortalidade e morbidade entre as gestantes no Brasil e em vários países. A fisiopatologia desta doença é complexa e envolve vários processos. Um destes, relaciona-se a deficiência da via do óxido nítrico (do inglês, nitric oxide NO). Uma possível causa desta deficiência poderia ser a alta expressão da enzima arginase, que compete pelo substrato (L-arginina) com a eNOS, enzima que produz o NO principalmente no endotélio, diminuindo, portanto, o substrato disponível para síntese de NO. Até o momento, poucos trabalhos focam no estudo da arginase em pré-eclâmpsia, sendo que nenhum avalia polimorfismos genéticos que poderiam modular sua atividade enzimática e conseqüentemente contribuir para alterações na biodisponibilidade de NO. Assim, o presente projeto tem como objetivo comparar, entre gestantes saudáveis e pré-eclâmpsia (responsiva ou não a terapia anti-hipertensiva), as freqüências de polimorfismos nos genes que codificam a arginase 1 e arginase 2, os níveis plasmáticos destas enzimas, sua atividade e a correlação destas variáveis com os níveis plasmáticos de nitrito (biomarcador de NO) e sFLT-1. Além disso, realizaremos estudos in vitro (modelo in vitro de pré-eclâmpsia) incubando o plasma dessas gestantes com células endoteliais, juntamente com o inibidor de arginase (BEC) e um potencial inibidor de NADPH oxidase (resveratrol) e verificando: a expressão e atividade da arginase, citotoxicidade, viabilidade celular, apoptose, produção de espécies reativas de oxigênio, NO, entre outros parâmetros. Acreditamos que os dados obtidos neste projeto trarão informações relevantes para o estudo e terapia da pré-eclâmpsia no contexto mundial. (AU)
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