| Processo: | 19/14553-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Tânia Aparecida Tardelli Gomes do Amaral |
| Beneficiário: | Júllia Assis da Silva Nascimento |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Bacteriologia Epidemiologia Escherichia coli Virulência Doenças inflamatórias intestinais Escherichia coli extraintestinal patogênica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cepas híbridas | coli | E | Epidemiologia | Infecção urinária | Virulência | Bacteriologia |
Resumo Algumas cepas de Escherichia coli apresentam fatores de virulência que contribuem para a colonização, invasão e, em consequência, o estabelecimento de doenças em diferentes partes do corpo humano. Cepas de E. coli que causam infecções intestinais são conhecidas como E. coli diarreiogênicas (DEC), enquanto as que causam infecções extraintestinais são denominadas E. coli patogênica extraintestinal (ExPEC). O último grupo compreende cepas que estão associadas a meningite neonatal, sepse e infecções do trato urinário (E. coli uropatogênica, UPEC). Os genes associados à virulência nestas cepas estão localizados em ilhas de patogenicidade ou plasmídeos, que podem ser transferidos de cepas de DEC para ExPEC ou vice-versa. Além disso, algumas ExPEC são portadoras de marcadores genéticos previamente associados com os distintos patotipos de DEC. Por esse motivo, elas são consideradas cepas híbridas e apresentam maior potencial para causar doenças intestinais e/ ou extraintestinais mais graves. No entanto, poucos estudos avaliaram as propriedades fenotípicas e genotípicas e o potencial patogênico de cepas híbridas. Este estudo avaliará a ocorrência de UPEC híbridas nas diferentes situações clínicas: cistite, pielonefrite e infecções urinárias assintomáticas. Além disso, as cepas híbridas encontradas serão comparadas quanto aos sorotipos, grupos filogenéticos e clonais, conteúdo de plasmídeo, capacidade de produzir biofilme e propriedades de adesão in vitro. O genoma de uma cepa híbrida de cada grupo clonal será sequenciado e analisado. Este estudo contribuirá para uma melhor compreensão da epidemiologia de UPEC, da patogênese das cepas híbridas e do seu potencial para colonizar diferentes locais no trato urinário e intestino. Os dados gerados permitirão a adoção de medidas adequadas de prevenção e controle da doença. (AU) | |
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