| Processo: | 22/02339-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Edilamar Menezes de Oliveira |
| Beneficiário: | Alex Cleber Improta Caria |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/17783-2 - MicroRNAs como terapêuticos da cardiotoxicidade em co-cultura de cardiomiócitos humanos com fibroblastos cardíacos humanos estimulados com doxorrubicina., BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Fisiologia cardiovascular Cardiotoxicidade Inflamação Apoptose Treinamento físico Treinamento aeróbio Doxorrubicina MicroRNAs Neoplasias mamárias Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Câncer de mama | cardiotoxicidade | Doxorrubicina | MicroRNAs | treinamento físico | Fisiologia Cardiovascular |
Resumo Cardiotoxicidade promove aumento de espécies reativas de oxigênio, inflamação, apoptose, fibrose cardíaca, e estes continuam sendo os principais problemas no tratamento de pacientes oncológicos que utilizam doxorrubicina. Estes processos associados induzem disfunção miocárdica, diminuindo a fração de ejeção do ventrículo esquerdo, gerando em longo prazo a insuficiência cardíaca. Alguns tratamentos têm sido descritos como atenuadores destes processos, incluindo o treinamento físico. Evidências apontam que treinamento físico pode inibir a cardiotoxicidade induzida por doxorrubicina, reduzindo a produção de espécies reativas de oxigênio, minimizando a expressão de marcadores pró-apoptóticos e pró-inflamatórios, reduzindo a fibrose cardíaca, bem como prevenindo atrofia cardiopulmonar, aumentando a capacidade aeróbia e de realização do esforço físico, além de atenuar o crescimento tumoral. Entretanto, os mecanismos moleculares que regem estes benefícios induzidos pelo treinamento físico neste contexto, permanecem amplamente desconhecidos, principalmente mecanismos associados aos microRNAs, seus genes-alvo e vias de sinalização. Assim, propomos investigar os efeitos do treinamento físico aeróbio na modulação de microRNAs em modelo animal de Câncer de Mama tratados com doxorrubicina, para a identificação de microRNAs como biomarcadores e validação de uma via de sinalização associada à cardiotoxicidade, inflamação e apoptose, que pode ser alterada de forma benéfica pelo treinamento físico. Posteriormente, o microRNA que foi alterado beneficamente pelo treinamento físico será modulado in vitro em cardiomiócitos derivados de células-tronco pluripotentes induzidas humanas e também analisado no sangue periférico de pacientes com câncer de mama tratadas com doxorrubicina. (AU) | |
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