| Processo: | 24/00810-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2026 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Joilson de Oliveira Martins |
| Beneficiário: | Joilson de Oliveira Martins |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Sandro Rogerio de Almeida |
| Assunto(s): | Micologia médica Esporotricose Inflamação Diabetes mellitus Estreptozotocina Autofagia Imunologia celular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autofagia | diabetes | esporotricose | estreptozotocina | Imunologia celular | Micologia Médica | Inflamação |
Resumo
O diabetes mellitus tipo 1 é uma doença metabólica crônica ocasionada por uma resposta autoimune. Sabe-se que o quadro de hiperglicemia crônico, presente nesses pacientes leva a um comprometimento da resposta imunológica, tornando-os mais susceptíveis às doenças secundárias, tais como a esporotricose, micose subcutânea, de notificação compulsória no Brasil, com altas taxas de incidência no Rio de Janeiro e região leste de São Paulo, causada pelo fungo Sporothrix brasiliensis. A autofagia vem sendo estudada como um componente crucial na defesa inata contra uma vasta gama de agentes infecciosos, possuindo um papel central no controle de diversos aspectos da imunidade em organismos multicelulares. Assim, neste estudo estamos investigando o papel da autofagia, através da indução por Rapamicina, no controle da infecção por S. brasiliensis em camundongos C57BL/6J controles e diabéticos. Para isso iremos avaliar a concentrações de citocinas (IL-17A, IL-6, IL-1², IFN-³ e TNF-±), dosagem de proteínas (Beclin1, LC3B e P62), UFC, histopatológicos, ensaio de fagocitose e avaliação do perfil celular pela técnica de citometria de fluxo. Analisando os dados obtidos até o momento, o tratamento com doses intermitentes de Rapamicina sugeriu prolongar a vida dos camundongos infectados com diabetes, em comparação com seus respectivos controles, através da análise de curva de sobrevida, além disso, analisando os dados hematológicos, estes sugerem que os camundongos infectados apresentam maior número de granulócitos e monócitos, comparados aos camundongos controle. (AU)
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