| Processo: | 24/22005-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Katlin Brauer Massirer |
| Beneficiário: | Daiane Laise da Silva |
| Instituição Sede: | Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Proteínas recombinantes Treonina Tuberculose Química médica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bibliotecas químicas | Inibição da atividade enzimática | Proteinas recombinantes | Quinases Serina | Treonina | Tuberculose | Validação de hits | Química Medicinal |
Resumo A tuberculose (TB), causada pela Mycobacterium tuberculosis (Mtb), continua sendo uma das principais doenças infecciosas, resultando em 1,3 milhão de mortes anuais. O aumento da tuberculose multirresistente (MDR) e resistente à rifampicina (RR) destaca a necessidade urgente de estratégias terapêuticas inovadoras. A capacidade da Mtb de sobreviver dentro de macrófagos hospedeiros depende de redes de sinalização, incluindo 11 quinases de serina/treonina (STPKs), que regulam processos essenciais, como a biossíntese da parede celular, adaptação metabólica, evasão imunológica e respostas ao estresse. Entre elas, PknA e PknB são fundamentais para a sobrevivência bacteriana, coordenando a divisão celular, a integridade do envelope celular e a regulação metabólica. Apesar de sua importância, os papéis da maioria das STPKs e suas vias de sinalização ainda são pouco compreendidos. Este projeto busca preencher essas lacunas de conhecimento desenvolvendo ferramentas e recursos para o estudo abrangente das STPKs de Mtb. Aproveitando a experiência do nosso grupo em bioquímica e biologia estrutural de quinases, os objetivos do projeto incluem: (1) produzir proteínas recombinantes para as 11 STPKs de Mtb, com foco nos seus domínios quinase citoplasmáticos; (2) desenvolver ensaios bioquímicos robustos para medir a atividade das quinases e testar inibidores; (3) identificar e caracterizar inibidores a partir de bibliotecas químicas diversas, utilizando ensaios de variação térmica e ensaios bioquímicos baseados em atividade; e (4) determinar as estruturas co-cristalizadas das STPKs ligadas aos inibidores identificados por cristalografia de raios X. Esperamos que nossos resultados forneçam ferramentas e dados para avançar o entendimento da biologia das quinases da Mtb e estabeleçam a base para o desenvolvimento de novas terapias contra a tuberculose, especialmente cepas multirresistentes. (AU) | |
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