| Processo: | 16/04912-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Pesquisador responsável: | Daniel Martins-de-Souza |
| Beneficiário: | Giuliana da Silva Zuccoli |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08711-3 - Desenvolvimento de um teste preditivo para medicação bem sucedida e compreensão das bases moleculares da esquizofrenia através da proteômica, AP.JP |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/12558-7 - Utilizando CRISPR/Cas9 e Saccharomyces cerevisiae para entender os aspectos energéticos da esquizofrenia e do tratamento com antipsicóticos sob uma perspectiva proteômica, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Esquizofrenia Células-tronco pluripotentes induzidas Proteômica Mecanismos moleculares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Célula tronco de pluripotência induzida | Disfunção mitocondrial | esquizofrenia | Neuroproteômica | proteômica | Proteômica |
Resumo A esquizofrenia é um distúrbio mental grave e incurável que afeta 1% da população mundial, caracterizado pela combinação de genes que conferem vulnerabilidade e de injúrias ambientais, tais como exposição à infecções, toxinas, traumas e estresse durante a gestação ou infância. Estudos de proteoma, que investigam as proteínas e seus níveis de expressão em células, tecidos e organismos, tem proporcionado perspectivas e novas hipóteses sobre as bases moleculares da fisiopatologia da doença. Estudos sugerem que disfunções no metabolismo energético, em conjunto com estresse oxidativo e disfunção mitocondrial durante o neurodesenvolvimento, podem explicar algumas das características encontradas na doença, tal como deficiência de conectividade e sincronização neural. O presente projeto visa estudar os perfis bioquímicos mitocondriais, através de técnicas proteômicas de última geração, de células precursoras de neurônio (NPCs) e neurônios, derivados de células tronco de pluripotência induzida (iPSC) de pacientes com esquizofrenia, comparando-as com células de indivíduos não afetados. Assim, visamos elucidar as alterações que ocorrem durante o desenvolvimento neuronal e também no neurônio maduro, que poderiam estar relacionadas aos distúrbios da esquizofrenia. Também será avaliada a produção de espécies reativas de oxigênio (EROs) e a quantificação das defesas antioxidantes da célula. O presente estudo contribuirá para o entendimento dos mecanismos moleculares envolvidos na patofisiologia da esquizofrenia, através da integração das vias bioquímicas e identificação de moléculas-chave para essa doença. Ademais, tais moléculas poderão ser estudadas separadamente, apontando novos alvos terapêuticos e diagnósticos. (AU) | |
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