| Processo: | 16/11198-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Pesquisador responsável: | Marlus Chorilli |
| Beneficiário: | Mariana Rillo Sato |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/17573-7 - Potencial efeito da hipericina incorporada em sistemas nanoestruturados mucoadesivos associados as terapias fotodinâmicas e sonodinâmicas antimicrobianas contra cepas de Candida albicans, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Candidíase vulvovaginal Nanotecnologia farmacêutica Hipericina Carreadores lipídicos nanoestruturados Terapia fotodinâmica Hidrogéis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Candidíase vulvovaginal | Carreadores lipídicos nanoestruturados | Geleificação in situ | Hidrogéis | Hipericina | Terapia Fotodinâmica | Nanotecnologia Farmacêutica |
Resumo A candidíase vulvovaginal (CVV) é uma infecção fúngica causada pela Candida albicans. O tratamento de escolha envolve a administração de antifúngicos de uso tópico ou sistêmico, para os quais se tem observado inúmeros casos de resistência. Dessa forma, muitos pesquisadores estão se empenhando no emprego de métodos alternativos, como a terapia fotodinâmica (TFD) e na descoberta de substâncias, dentre elas as oriundas de fontes naturais, que possam apresentar interesse terapêutico no tratamento da CVV, como a hipericina (HIP), obtida a partir do Hipericum perfuratum, que tem apresentado ação antifúngica, sendo este efeito potencializado pelo emprego da TFD, por se tratar de um fotossensibilizador. No entanto, seu uso clínico enfrenta muitos desafios, devido principalmente às suas características físico-químicas, como baixa solubilidade aquosa em condições de pH ácido e fisiológico, hidrólise rápida em pH alcalino e instabilidade em presença de luz, resultando em restrições farmacocinéticas, tais como baixa absorção por via oral, metabolismo hepático extenso e rápida eliminação. Logo, sua incorporação em carreadores lipídicos nanoestruturados (CLNs) dispersos em hidrogéis (HG) de geleificação in situ (HG) para administração vaginal demonstra ser uma opção interessante para viabilizar o seu uso, associado ou não à TFD, uma vez que estes sistemas conseguem proteger o fármaco da degradação e aumentar o tempo de permanência da formulação no ambiente vaginal, possibilitando uma liberação sustentada no local específico de ação. Ademais, a administração vaginal pode ser vantajosa, uma vez que a mucosa vaginal apresenta alta permeabilidade, alta irrigação sanguínea e ausência do metabolismo de primeira passagem, otimizando sua ação local. Os CLNs acrescidos de HIP serão caracterizados empregando análise de diâmetro hidrodinâmico médioe de polidispersidade, potencial zeta, microscopia de força atômica e eficiência de encapsulação da HIP. Os HG serão caracterizados empregando análise de calorimetria exploratória diferencial, reologia e perfil de textura e mucoadesão in vitro. Será desenvolvida e validada metodologia analítica para quantificação de HIP por CLAE e realizados estudos de liberação, permeação e retenção in vitro das formulações. Serão realizados ensaios biológicos in vitro de atividade antimicrobiana empregando cepas de C. albicans e citotoxicidade em queratinócitos. Por fim, serão realizados ensaios in vivo em modelo de CVV. | |
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