| Processo: | 17/04091-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Pesquisador responsável: | Juliana Maldonado Marchetti |
| Beneficiário: | Juliana Maldonado Marchetti |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Nanotecnologia Sistemas de liberação de medicamentos Nanopartículas Neoplasias da próstata Antineoplásicos Propriedades físico-químicas Citotoxicidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Nanopartículas | Nanotecnologia | Sistemas de Liberação de Fármacos | Terapia do câncer | Sistemas de liberação de fármacos |
Resumo
O câncer de próstata é o tipo de câncer de maior incidência em homens, possuindo terapêutica já estabelecida, porém com inúmeros efeitos colaterais e eficácia limitada. Entre os fármacos de primeira escolha, é possível elencar o docetaxel: fármaco antitumoral amplamente utilizado na terapia convencional de diversos tipos de câncer, mas com efeitos colaterais severos. A tecnologia farmacêutica vem utilizando estratégias importantes com o objetivo de tornar a terapia antitumoral mais eficiente e menos agressiva às células normais, em que se destacam os sistemas de liberação nanoestruturados. O presente estudo objetiva desenvolver e avaliar a eficácia de dois sistemas de liberação nanoestruturados distintos contendo docetaxel frente a linhagens de câncer de próstata. Serão desenvolvidas nanopartículas poliméricas e imunolipossomas, os quais serão caracterizados por suas propriedades físico-químicas e morfológicas. A seguir, a citotoxicidade dos sistemas será avaliada por diferentes técnicas e em linhagens distintas de câncer de próstata, possibilitando a comparação das formulações e conclusões acerca da viabilidade de cada uma delas. Por fim, serão realizados estudos de eficácia in vivo utilizado o modelo de xenotransplante em camundongos imunossuprimidos. (AU)
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