| Processo: | 18/14158-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 15 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 14 de novembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Eliane Candiani Arantes Braga |
| Beneficiário: | Felipe Augusto Cerni |
| Supervisor: | Andreas Hougaard Laustsen |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Technical University of Denmark (DTU), Dinamarca |
| Vinculado à bolsa: | 17/14035-1 - Melhoramento de fragmentos de anticorpos humanos (scFVs) específicos para peçonhas animais, BP.PD |
| Assunto(s): | Reumatologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | human monoclonal antibody formats | improving affinity | mammalian expression | new generation of antivenoms | Reumatologia |
Resumo A produção de anticorpos monoclonais (mAbs) foi descrita pela primeira vez em 1975, com a descoberta da técnica de hibridoma. Embora a técnica do hibridoma tenha sido descrita em 1975, apenas 10 anos depois, em 1985, o primeiro anticorpo monoclonal foi liberado para uso terapêutico em seres humanos. No entanto, somente após a otimização de algumas técnicas desses mAbs, o mercado farmacêutico com anticorpos monoclonais teve um crescimento notável. Entre as otimizações, podemos destacar a tecnologia de DNA recombinante e a técnica Phage Display. Recentemente, a representação dos anticorpos monoclonais (ex. murino, quimérico, humanizado ou humano) no mercado farmacêutico é uma realidade, sendo utilizados nas terapias mais avançadas para o tratamento de uma variedade de doenças (por exemplo, câncer, alergia, doenças autoimunes). Com 47 mAbs já comercializados em 2017, há uma expectativa de mais de 70 em 2020. O grupo do Dr. Barbosa vem trabalhando com anticorpos monoclonais para fragmentos humanos direcionados a venenos há muitos anos. Usando a tecnologia Phage Display, o laboratório de Barbosa produziu anticorpos humanos scFv (fragmento variável de cadeia única) para muitas peçonhas - Serrumab, Bothrumab, Crotumab, Lachesumab, Micrurumab e Afribumab. Desta forma, o grupo pretende produzir melhores antivenenos (nova geração de antivenenos), ou seja, substituir o uso de antivenenos heterólogos utilizados há mais de um século. No entanto, antes destes anticorpos chegarem ao mercado, eles ainda precisam de melhoramentos em sua afinidade, formatos, bem como, precisam de alguns testes complementares. Portanto, o presente estudo irá melhorar a afinidade e os formatos dos anticorpos de Serrumab e Afribumab. | |
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