| Processo: | 18/24612-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola - Engenharia de Processamento de Produtos Agrícolas |
| Pesquisador responsável: | Marcos David Ferreira |
| Beneficiário: | Josemar Gonçalves de Oliveira Filho |
| Instituição Sede: | Embrapa Instrumentação Agropecuária. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA). São Carlos , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/15363-8 - Óleos essenciais como fungicidas naturais na qualidade pós-colheita de frutos de morango: avaliação da aplicação em revestimentos e bolsas microencapsuladas de liberação lenta, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Morango Óleos essenciais Nanocristais de celulose Nanoemulsão |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cera de carnaúba | hydroxypropylmethylcellulose | morango | Nanocristais de celulose | nanoemulsões | óleos essenciais | Pós colheita em frutas e hortaliças |
Resumo Os revestimentos comestíveis, incluindo substâncias ativas, podem ser usados como uma alternativapara preservar frutas e legumes durante a pós-colheita. Os óleos essenciais (OEs) exibem atividadeantimicrobiana e por essa característica tem sido propostos como agentes fungicidas naturais. O usode nanoemulsões, como um método para dispersar agentes bioativos, está emergindo como umaferramenta potencial para projetar novos revestimentos com ótima funcionalidade. Neste contexto,objetiva-se avaliar o potencial de OEs como fungicidas naturais e sua presença em revestimentosnanoestruturados para aplicação na manutenção da qualidade e conservação pós-colheita demorangos, como proposta de uso de agentes naturais de origem vegetal como materiais ativos pararecobrimento de frutas. Os OEs das espécies Hortelã-verde (Mentha spicata), Hortelã-pimenta(Mentha x piperita), Palmarosa (Cymbopogon martinii) e Pau-rosa (Aniba rosaeodora) serão obtidoscomercialmente, as composições químicas serão avaliadas por CG-SM e CG-FID, e a atividadeantifúngica, em análises in vitro para os principais fungos pós-colheita de morango. Revestimentoscompostos serão produzidos utilizando hidroxipropilmetilcelulose (HPMC), cera de carnaúbananoemulsionada e nanocristais de celulose e serão incorporadas com o OE que apresentar a maioratividade antifúngica nos testes in vitro. As combinações de revestimento e OE que apresentar asmelhores propriedades de barreira e atividade antifúngica será testada in vivo. Inicialmente, seráestudado o efeito dos revestimentos com OE no controle de Rhizopus stolonifer e Botrytis cinerea emmorangos infectados a fim de avaliar o efeito dos revestimentos no controle de doenças pós-colheita.Em seguida, morangos serão revestidos e avaliados durante o armazenamento (0, 2, 4, 6, 8, 10 e 12dias) em relação ao teor de sólidos solúveis, pH, acidez titulável, índice de maturação, perda de massa,firmeza, taxa de respiração, coloração, teor de antocianinas, fenóis totais, atividade antioxidante,contagem de fungos totais, bactérias mesófilas aeróbias, bactérias coliformes, deterioração fúngicavisual, perfil de voláteis dos morangos por CG-SM e a aceitação sensorial utilizando escala de novepontos. (AU) | |
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