| Processo: | 19/26767-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Bruni Cardoso |
| Beneficiário: | Alexandre Bruni Cardoso |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Matriz extracelular Degradação de proteínas Glândulas mamárias Complexo de endopeptidases do proteassoma Proteostase Via de sinalização Hippo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Glândula mamária | matriz extracelular | Mst2 | Proteassoma | via Hippo | sinalização da matriz extracelula e degradação de proteínas |
Resumo
A via Hippo apresenta papel central na regulação da proliferação celular, apoptose, mecanotransdução de sinais, controle do tamanho de órgãos e na tumorigênese. Em mamíferos, Hippo consiste fundamentalmente de 4 quinases do tipo serina-treonina: Mammalian Ste-20-like Kinase 1/2 (MST1, MST2) e large tumor supressor 1/2 (LATS1, LATS2). A ativação de Hippo culmina na fosforilação, retenção citoplasmática e inativação dos coativadores de transcrição YAP e TAZ. Quando Hippo está inativo, YAP/TAZ desfosforilados entram no núcleo resultando em aumento da proliferação e progressão maligna de células epiteliais. No entanto, sabe-se muito pouco da regulação da proteostase das quinases Hippo e a sua contribuição para a tumorigênese mamária. Resultados preliminares do nosso laboratório indicam que a concentração de MST2 é regulada por degradação via proteassoma ativada por sinalização do eixo integrina-integrin-linked kinase (ILK) e dependente de SCF²TrCP. Além disso, observamos que células malignas da glândula mamária expressam uma nova variante splicing de STK3/MST2 que é traduzida numa proteína mais susceptível a degradação. Neste projeto, nós propomos dissecar as bases moleculares da degradação de MST2 e de sua nova proteoforma com o uso de ferramentas genéticas, bioquímicas, microscopia e cultura de células em 2D e 3D. A conclusão deste estudo tem o potencial revelar aspectos chave da regulação da via Hippo e seu papel no Câncer de Mama. (AU)
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