| Processo: | 19/19949-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Sonia Maria Oliani |
| Beneficiário: | Sonia Maria Oliani |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José do Rio Preto |
| Pesquisadores associados: | Ana Paula Girol ; Cristiane Damas Gil ; Iracema de Mattos Paranhos Calderon ; Karin Vicente Greco ; Suchita Nadkarni |
| Assunto(s): | Inflamação Diabetes mellitus Diabetes gestacional Regeneração tecidual Trofoblastos Exantema Anexina A1 Lesão cutânea Placenta |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diabetes Mellitus Gestacional | gel aniônico AnxA12-26 | Lesão da Pele | Placenta humana | Regeneração Tecidual | Trofoblasto | Inflamação |
Resumo
A anexina A1 (ANXA1) é uma proteína de 37 kDa que exibe sítios de ligação ao cálcio e aos fosfolipídios de membrana e, está envolvida na inibição das sínteses de eicosanóides e fosfolipase A2, induzidas por glicocorticóides, o que confere a esta proteína propriedades anti-inflamatórias. Várias pesquisas têm mostrado o efeito protetor da ANXA1 nos processos inflamatórios agudos e crônicos em resposta à infecção e doenças auto-imunes. Além dos eventos inflamatórios, as ações da ANXA1 têm sido pouco estudadas nos processos de regeneração tecidual, especialmente em regeneração e reparo de tecidos danificados e cicatrização de feridas. Analisando ainda as diversas atividades biológicas descritas para ANXA1, especialmente no controle da proliferação e apoptose, investigar o papel dessa proteína na biologia do trofoblasto e na modulação de marcadores relacionados à sobrevivência dessas células é de extrema relevância para a compreensão do desenvolvimento placentário normal e em doenças como Diabetes Mellitus Gestacional (DMG). Por essas razões, os subprojetos propostos estão relacionados à investigação dessa proteína, por meio de análises em lesões cutâneas experimentais e na fisiopatologia placentária humana para avaliar seu potencial terapêutico nas possíveis intercorrências relacionadas ao Diabetes Mellitus (DM). Na primeira proposta, no modelo in vivo de lesão cutânea, após padronizar a técnica viável de um gel aniônico com o peptídeo AnxA12-26 , este será avaliado em relação as propriedades cicatriciais nessas lesões no DM tipo 1 (DM1). No segundo aspecto, será identificar o papel da ANXA1 na sobrevivência das células placentárias e inferir um potencial mecanismo (relacionado aos danos e reparo de DNA) que poderá relacionar a ANXA1 com a sobrevivência das células placentárias no DMG. Nos projetos propostos, diferentes metodologias serão empregadas como: formulação do gel aniônico AnxA12-26, reações imuno-histoquímicas para mediadores inflamatórios e moleculares (como danos oxidativos ao DNA e dupla quebra de DNA), Western blot, etc, envolvendo estratégias que possibilitarão a compreensão detalhada da atividade da ANXA1 nos aspectos propostos e suas possíveis aplicações terapêuticas. (AU)
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