| Processo: | 11/20864-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Pesquisador responsável: | Luiz Eduardo Anelli |
| Beneficiário: | Luiz Eduardo Anelli |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Fernanda Quaglio ; Lucas Verissimo Warren ; Marcello Guimarães Simões |
| Assunto(s): | Estratigrafia Bivalvia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bioestratigrafia | Bivalves | Formação Corumbataí | Grupo Passa Dois | Paleontologia Estratigráfica | Permiano | Paleontologia e Bioestratigrafia |
Resumo
A presente pesquisa tem como objetivo principal a revisão sistemática dos bivalves de assembléias de moluscos da base da Formação Corumbataí, Grupo Passa Dois, Permiano da Bacia do Paraná, Brasil. O estudo constituirá a base para o refinamento do esquema bioestratigráfico proposto por Rohn (1994) e do modelo evolutivo das malacofaunas permianas, da Bacia do Paraná, de Simões et al. (1998). Os melhores registros dessa assembléia ocorram atualmente na região de Rio Claro-Piracicaba, na face exposta de pedreiras de exploração de calcário da Formação Irati. Os bivalves da base da Formação Corumbataí, assembléia de Anhembia froesi, constituem peça-chave para o entendimento da evolução da fauna "endêmica" do Grupo Passa Dois, pois são os primeiros representantes preservados, pós-evento euxínico, representado pelos folhelhos negros da Formação Irati. Portanto, compreende o início da irradiação adaptativa intrabasinal que irá culminar com enorme disparidade morfológica mostrada pelos bivalves da assembléia de Pinzonella illusa, sobrejacente. Embora conhecidos, maiormente pelos trabalhos de Maranhão (1986, 1995), Maranhão & Petri (1996) e Simões & Anelli (1995), Simões & Mello (1996), Ghillardi et al. (1997) e Simões et al. (1997, 2000a), grande parte da malacofauna permanece inadequadamente descrita. De fato, muito dos táxons erigidos na década de 1980 são nomina nuda. A realização desse projeto envolverá, portanto, o cumprimento dos seguintes objetivos específicos: a- descrição morfológica detalhada e classificação dos bivalves; b- estudo tafonômico e paleoautoecológico da fauna, c- interpretação dos dados em termos das biozonas de bivalves (Figura 1), disponíveis para o Grupo Passa Dois e d- análise das implicações para o modelo evolutivo dos bivalves permianos, endêmicos da Bacia do Paraná. (AU)
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