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Isobaric tagging-based quantification for proteomic analysis: a comparative study of spared and affected muscles from mdx mice at the early phase of dystrophy

Processo: 13/09574-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de junho de 2013 - 30 de novembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia
Pesquisador responsável:Maria Julia Marques
Beneficiário:Maria Julia Marques
Instituição Sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Proteoma  Distrofia muscular  Biomarcadores 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Biomarcador | distrofia | Dmd | mdx | Proteoma | distrofia muscular

Resumo

A distrofia muscular de Duchenne (DMD) é a mais comum das distrofias musculares na infância, caracterizada pela perda de massa muscular e insuficiência cardiorrespiratória. Enquanto a base genética da DMD está bem estabelecida, mecanismos secundários associados a fisiopatologia distrófica não estão totalmente elucidados. Para obter novos conhecimentos sobre os mecanismos moleculares da distrofia muscular durante os estágios iniciais da doença, realizamos a análise proteômica comparativa dos músculos protegidos extraoculares (EOM) vs. o músculo diafragma de camundongos mdx, usando a tecnologia multidimensional de identificação de proteínas combinado com marcadores isobáricos. Das 857 proteínas identificadas, 42 a 62 proteínas apresentaram quantidades diferentes entre os grupos. As proteínas relacionadas a homeostase de cálcio, sarcalumenina e calsequestrina-1, foram aumentadas no controle EOM em comparação ao controle DIA, reforçando a visão de que propriedades constitucionais dos EOM são importantes para a proteção contra a mionecrose. O aumento da galectina-1 (regeneração muscular), anexina A1 (anti-inflamatório) e HSP 47 (fibrose) no diafragma distrófico fornece novas informações sobre os mecanismos pelos quais os músculos afetados do mdx são capazes de neutralizar a falta da distrofia durante a fase inicial da doença. A técnica de shotgun provou ser adequada para realizar comparações quantitativas entre os músculos distróficos e para sugerir novos biomarcadores e potenciais alvos terapêuticos para as distrofinopatias. (AU)

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