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Cell death pathways and their impact on host susceptibililty to intracelular pathogens

Processo: 13/50374-4
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de dezembro de 2013 - 30 de novembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Convênio/Acordo: Consórcio de Alberta, Laval, Dalhousie e Ottawa (CALDO)
Pesquisador responsável:Karina Ramalho Bortoluci
Beneficiário:Karina Ramalho Bortoluci
Pesq. responsável no exterior: Subash Sad
Instituição no exterior: University of Ottawa (uOttawa), Canadá
Instituição-sede: Centro de Terapia Celular e Molecular. Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/50958-8 - Interação entre receptores da imunidade inata na ativação de macrófagos e células dendríticas, AP.JP
Assunto(s):Sistema imune  Resposta imune  Imunidade inata  Infecções por Salmonella  Morte celular  Macrófagos 

Resumo

O sistema imunológico é capaz de controlar patógenos através da montagem de uma resposta imune inata e adquirida rápida, no entanto, alguns agentes patogênicos, tais como espécies de Salmonella são altamente evasivos e virulentos, causando um espectro de doenças, como febre tifoide e gastroenterite. A replicação intracelular do ST e consequente morte de células infectadas são considerados como importantes mecanismos de virulência. Embora a apoptose seja considerada a forma clássica de morte celular programada e não-inflamatória, dados preliminares de nossos laboratórios indicam que as células infectadas podem também morrer por mecanismos alternativos, como necroptose, piroptose e morte celular mediada por catepsina, processos esses, que, ao contrário da apoptose, podem levar à inflamação excessiva. Uma vez que esses processos de morte podem ter impactos distintos no controle da infecção por Salmonella, nesta proposta pretendemos avaliar a interação molecular das várias vias de morte celular utilizando vários mutantes de Salmonella e macrófagos deficientes em moléculas envolvidas nos diversos processos de morte celular. Ainda, este projeto irá beneficiar e consolidar a colaboração entre os laboratórios e instituições e fomentar novas colaborações a longo prazo em doenças inflamatórias crônicas. (AU)