| Processo: | 16/04620-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Marcus Lira Brandão |
| Beneficiário: | Marcus Lira Brandão |
| Instituição Sede: | Instituto de Neurociências e Comportamento (INEC). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Amanda Ribeiro de Oliveira ; Helene Aparecida Fachim ; Karina Di Sicco Genaro ; Milene Cristina de Carvalho |
| Assunto(s): | Dopamina Medo Ansiedade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ansiedade | dopamina | Medo | neurocininas | Sistema encefálico de aversão | Neuropsicofarmacologia |
Resumo
O substrato neural que traduz informações de natureza aversiva em reações comportamentais e emocionais adaptativas funciona como um filtro sensório-motor do medo que sentimos ao nos defrontarmos com as ameaças do meio. Evidências obtidas nesse e outros laboratórios sugerem que estes filtros são acionados por informações aversivas que requeiram uma ação imediata, tais como certos sons emitidos por presas, predadores e conspecíficos. Quando este filtro apresenta problemas no seu funcionamento, as reações do indivíduo frente aos estímulos aversivos do meio são maladaptivas e pode resultar em ansiedade. O hipotálamo medial, a amígdala e a substância cinzenta periaquedutal dorsal (SCPd) têm sido tradicionalmente agrupados em um sistema encefálico aversivo (SEA) que está subjacente a esses processos. Uma faixa contínua de estruturas mesencefálicas composta pelos colículos superior e inferior têm também sido proposta como parte deste sistema. Ainda, o córtex pré-frontal e o núcleo accumbens, nas suas porções core e shell, são outras duas estruturas que vieram se juntar ao SEA. Um grande número de estudos tem investigado os efeitos de agonistas e antagonistas de sistemas neurotransmissores administrados sistêmica ou localmente em estruturas do SEA com o objetivo de caracterizar os parâmetros neuroquímicos relevantes envolvidos no controle destes comportamentos. Sabemos hoje que o GABA, a 5-HT, opióides, óxido nítrico, canabinóides e aminoácidos excitatórios têm sido implicados na regulação de comportamentos relacionados à ansiedade. Por outro lado, mecanismos dopaminérgicos parecem estar envolvidos na expressão de respostas adaptativas associadas ao medo condicionado e, provavelmente, até mesmo em situações ameaçadoras incondicionadas. Em razão disso, há grande interesse em saber como estes mecanismos mediados pela dopamina operam no processamento de estados aversivos e na mediação da reação de defesa organizada nas estruturas do SEA. Da mesma forma, enquanto as neurocininas vêm sendo implicadas na expressão de reações defensivas nada se sabe sobre o seu papel na interface sensório-motora dos substratos neurais do SEA. (AU)
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