| Processo: | 16/05935-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental |
| Pesquisador responsável: | William Ferreira Perez |
| Beneficiário: | William Ferreira Perez |
| Instituição Sede: | Associação Paradigma Centro de Ciências e Tecnologia do Comportamento. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | João Henrique de Almeida ; Júlio César Coelho de Rose |
| Assunto(s): | Equivalência de estímulos Análise experimental do comportamento Transferência de função |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análise Experimental do Comportamento | equivalência de estímulos | Implicit Relational Assessment Procedure | transferência de função | Análise Experimental do Comportamento |
Resumo
Estudos sobre equivalência de estímulos tem sugerido que símbolos abstratos podem adquirir significados emocionais quando relacionados a expressões faciais de alegria, tristeza e raiva, por exemplo. Recentemente, pesquisas tem ressaltado a importância da generalização simbólica de respostas de medo na gênese de quadros clínicos de ansiedade. O presente estudo pretende investigar a transferência de significado de expressões faciais de medo para estímulos abstratos via relações de equivalência. São propostos três estudos que aplicam os procedimentos desenvolvidos por Bortoloti e de Rose (e.g., 2009, 2012) para mensuração de significado. Os participantes serão adultos verbalmente competentes. No Experimento 1, uma tarefa de emparelhamento com o modelo será utilizada para estabelecer duas classes de equivalência entre expressões faciais de emoção e figuras abstratas. Expressões faciais de medo farão parte da Classe 1: A1(Medo)-B1-C1-D1; expressões de alegria farão parte da Classe 2: A2(Alegria)-B2-C2-D2. Depois de realizados os treinos relacionais (AB, AC, CD) e os testes de equivalência (BD, DB), os participantes deverão avaliar o significado de um estímulo abstrato de cada classe, D1 e D2, relacionados por equivalência a uma expressão facial de medo (A1) ou alegria (A2), respectivamente; para tanto, será utilizada uma escala de diferencial semântico. Além disso, os mesmos estímulos abstratos serão apresentados em uma tarefa comportamental que registrará a ocorrência de respostas de esquiva. O Experimento 2 utilizará os mesmos procedimentos do Experimento 1, no entanto, no lugar da tarefa de esquiva, o Implicit Relational Assessment Procedure (IRAP) será utilizado como medida de significado implícito dos estímulos abstratos equivalentes às faces. No Experimento 3, por fim, será investigado o controle contextual da mudança de significado. Para tanto, serão estabelecidas classes de equivalência contextualmente controladas pelas cores de fundo dos estímulos: Contexto Laranja: A1(Medo)-B1-C1-D1, A2(Alegria)-B2-C2-D2; Contexto Roxo: A1(Medo)-B1-C1-D2, A2(Alegria)-B2-C2-D1. O significado dos estímulos será avaliado tanto por meio do diferencial semântico quanto do IRAP. (AU)
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