| Processo: | 17/19870-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Alexandra Ivo de Medeiros |
| Beneficiário: | Alexandra Ivo de Medeiros |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Assunto(s): | Klebsiella pneumoniae Macrófagos Streptococcus pneumoniae Eferocitose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células apoptóticas | Eferocitose | Klebsiella pneumoniae | Macrófagos M1 | M2 | Streptococcus pneumoniae | Macrófagos |
Resumo
Quadros infecciosos são caracterizados pela intensa migração de células, tais como neutrófilos e monócitos, para o tecido afetado na tentativa de conter a proliferação bacteriana. Estas células, após exercerem suas funções efetoras, entram em processo de morte celular, resultando em um intenso acúmulo de células apoptóticas infectadas no tecido. A fagocitose dessas células apoptóticas, denominada eferocitose, é um processo dinâmico e de fundamental importância para a homeostase dos tecidos. Os fagócitos, dentre estes os macrófagos, são as principais células envolvidas tanto na defesa contra microrganismos como na remoção destas células apoptóticas. Existem ao menos duas populações de macrófagos, M1 (pró-inflamatório) e M2 (anti-inflamatório), que diferem-se quanto ao estado de ativação e função imunológica, em resposta a interação com estímulos antigênicos e/ou fatores solúveis presentes no microambiente. Até o momento, pouco se sabe sobre o efeito da fagocitose de células apoptóticas infectadas e não infectadas na diferenciação destas subpopulações de macrófagos M1/M2. Sabe-se que a fagocitose de células apoptóticas estéreis por macrófagos peritoneais e linhagem de macrófagos leva a uma inibição na expressão de iNOS e TNF-± e o aumento da expressão de Arginase-1, IL-4, IL-13, IL-10 e TGF-², ou seja, um perfil de polarização M2. Por outro lado, dados preliminares obtidos por nosso grupo sugerem que a fagocitose de diferentes fontes de células apoptóticas infectadas, Streptococcus pneumoniae ou Escherichia coli, resulta na diferenciação em macrófagos com perfil misto (M1/M2) e M1, respectivamente.Portanto, a hipótese deste estudo é que a eferocitose de células infectadas com bactérias Gram positivas ou Gram negativas desencadeia uma regulação diferencial da proteína SOCS que influenciará na ativação M1/M2 de macrófagos de maneira dependente dos fatores de transcrição STAT. (AU)
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