| Processo: | 07/56879-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Elen Haruka Miyabara |
| Beneficiário: | Talita Cristiane Conte |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Envelhecimento Músculo esquelético Sistema musculoesquelético Lesão muscular Regeneração muscular Expressão gênica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Envelhecimento | Expressao Genica | Lesao Muscular | M-Torc1 | Musculo Esqueletico | Regeneracao Muscular |
Resumo A regeneração do músculo esquelético é um processo essencial para a integridade muscular e em indivíduos idosos a eficiência da resposta regenerativa se encontra significativamente atenuada. As alterações morfológicas que ocorrem no tecido muscular esquelético durante a regeneração são bem conhecidas, entretanto os mecanismos intracelulares envolvidos em tal processo em indivíduos jovens, bem como em idosos ainda não estão bem esclarecidos. Um possível regulador do processo regenerativo muscular é o mTOR (Mammalian Target Of Rapamycin, uma kinase ativada por PI3K/Akt capaz de formar o complexo mTOR-raptor-GbL (mTORCI; mTOR Complex 1) e induzir tradução através da fosforilação de S6K e 4EBP1). Considerando-se que mTORCI tem participação fundamental no controle do trofismo muscular e que durante o processo regenerativo muscular é essencial que as fibras musculares previamente lesadas recuperem seu tamanho, é possível formular a hipótese de que mTORCI tenha um papel importante durante a regeneração muscular. Além disso, ainda não se conhece a participação da via do mTORCI na regeneração muscular do idoso. Portanto, decidimos estudar o papel do mTORCI no processo de regeneração muscular esquelética de ratos jovens e idosos submetidos à criolesão muscular e tratados com rapamicina; por meio de análises histológicas e moleculares de diferentes fases da regeneração muscular esquelética (1, 10 e 21 dias após lesão). Secções transversais de músculos soleus serão coradas com azul de toluidina (para análise da morfologia geral) e fragmentos musculares serão submetidos à reação de polimerase em cadeia (PCR) em tempo real para a detecção da expressão de genes reguladores do trofismo muscular envolvidos na via proteolítica ubiquitina-proteassoma (atrogin-1, MURF-1, E3alfa, UBP45, UBP69 e USP28). (AU) | |
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