| Processo: | 10/01119-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Cristina Pontes Vicente |
| Beneficiário: | Juliana Aparecida Preto de Godoy |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Glicosaminoglicanos Células progenitoras endoteliais Terapia baseada em transplante de células e tecidos Inflamação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | celulas progenitoras endoteliais | glicosaminoglicanos | Inflamação | lesão arterial | Terapia celular |
Resumo As células progenitoras endoteliais (CPE) foram inicialmente descritas em 1997 por Asahara. Estas células são capazes de migrar para o local onde existem lesões endoteliais e se diferenciar em células endoteliais maduras promovendo a formação de novos vasos e auxiliando na recuperação do endotélio lesionado. A trombose, o estresse oxidativo e o processo inflamatório são desencadeados pela lesão arterial e podem afetar a proliferação de células musculares lisas e células endoteliais já presentes no local da lesão arterial, além da migração das CPE para o local da lesão. O dermatan sulfato (DS) e o condroitin sulfato fucosilado (CSF) são glicosaminoglicanos (GAGs) que possuem conhecida atividade antitrombótica e anticoagulante, e tiveram seu papel anti-inflamatório recentemente descrito. Este projeto visa estudar o papel do DS e do CSF no processo inflamatório e de migração, proliferação e diferenciação de CPE, utilizadas como terapia celular após a lesão arterial. Para tal, a influência destes GAGs na migração de células progenitoras endoteliais e no desenvolvimento da neointima, serão estudadas a expressão de fatores como o NF-kb e o TGFb e de proteínas como P-selectina, ICAM- I, SDF-1, VEGF e eNOS. A determinação do papel destes fatores pode ser de grande auxilio na compreensão dos processos envolvidos na recuperação do endotélio após lesões e também no estabelecimento de novas terapias para o tratamento de doenças cardiovasculares, utilizando-se as CPE em conjunto com agentes antiinflamatórios e anticoagulantes na terapia celular. | |
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