| Processo: | 10/07544-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Hélio Zangrossi Júnior |
| Beneficiário: | Paula Shimene de Melo Yamashita |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 07/03685-3 - Neurotransmissores típicos e atípicos em transtornos neuropsiquiátricos, AP.TEM |
| Assunto(s): | Pânico Córtex pré-frontal Núcleo dorsal da rafe Substância cinzenta periaquedutal Ansiedade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ansiedade | córtex pré-frontal | Núcleo dorsal da rafe | Pânico | Substância Cinzenta Periaquedutal | Neuropsicofarmacologia |
Resumo O núcleo dorsal da rafe (NDR) representa uma das principais fontes de neurônios serotoninérgicos que se projetam ao encéfalo anterior por vias ascendentes. Evidências indicam que o NDR está envolvido na regulação de respostas defensivas associadas à ansiedade e ao pânico. Segundo a hipótese sobre a participação dual da serotonina (5-HT) na ansiedade proposta por Deakin e Graeff, as projeções serotoninérgicas que partem do NDR e inervam tanto o complexo amigdalóide como a substância cinzenta periaquedutal dorsal (SCPD) seriam ativadas mediante um perigo potencial e 5-HT seria liberada em ambas as estruturas. No complexo amigdalóide, o aumento dos níveis de 5-HT aumentaria a ansiedade, enquanto que, na SCPD o aumento desse neurotransmissor levaria a um efeito do tipo panicolítico. Visando testar essa hipótese acerca do papel diferencial da 5-HT, foi desenvolvido um modelo experimental, o labirinto em T elevado, que permite avaliar separadamente e no mesmo animal, tanto o comportamento de esquiva inibitória, associado à ansiedade generalizada, como a resposta de fuga, associada ao pânico. Utilizando esse modelo experimental, observou-se que a ativação do NDR gera facilitação da esquiva inibitória, efeito do tipo ansiogênico e inibição da resposta de fuga, sugerindo um efeito do tipo panicolítico. Têm sido investigadas quais estruturas estão envolvidas na modulação dessas respostas defensivas geradas a partir da ativação do NDR. Evidências experimentais indicam que entre as principais estruturas que enviam projeções serotoninérgicas para o NDR, estão a habênula lateral (HbL) e o córtex pré-frontal medial (CPFm). No presente trabalho, observaremos os efeitos da ativação e da inibição do CPFm sobre as respostas de esquiva inibitória e fuga, evocadas no LTE. Para ativar a via CPFm-NDR utilizaremos picrotoxina e ácido caínico, enquanto que, para a inibição será utilizado o muscimol. Adicionalmente, verificaremos se os efeitos da inibição do CPFm são mediados por receptores serotoninérgicos da SCPD. Por fim, utilizando técnicas imunoistoquímicas para dupla marcação neuronial, investigaremos em quais regiões do NDR, os neurônios serotoninérgicos serão ativados após a inibição do CPFm. | |
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