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Efeitos modulatórios da articaína a 4%, associada ou não a lipossomos, sobre a produção de citocinas em células epiteliais orais humanas.

Processo: 11/02486-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Maria Cristina Volpato
Beneficiário:Bruno Vilela Muniz
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/00121-9 - Novas formulações de anestésicos locais de liberação controlada: do desenvolvimento ao teste clínico odontológico, AP.TEM
Assunto(s):Lipossomos   Carticaína   Anestésicos locais   Células epiteliais

Resumo

O controle mais eficaz da dor tem motivado a pesquisa de novas formulações anestésicas locais. A associação a carreadores (objeto de estudo do projeto temático vinculado) tem sido proposta visando prolongar o efeito anestésico e reduzir sua toxicidade. Novas formulações anestésicas produziram uma baixa toxicidade sistêmica, aumento da meia-vida plasmática in vivo e maior duração da anestesia. Também foram observados efeitos adversos como o aparecimento de processos inflamatórios indolores e sem causa aparente. Esta resposta inflamatória de natureza desconhecida poderia ser desencadeada pela liberação de citocinas pró-inflamatórias. Este tipo de evento adverso também tem sido relatado no pós-operatório imediato após a aplicação de articaína como anestésico local. A aplicação das formulações lipossomais em seres humanos, nas formas tópicas e injetáveis desenvolvidas pelo grupo, exige biocompatibilidade e ausência de reações adversas importantes. Desta maneira, o objetivo do estudo é observar os efeitos da articaína sobre a modulação das citocinas IL6 e IL1beta em culturas de células epiteliais orais humanas. As células serão expostas às formulações articaína a 4% com epinefrina 1:200.000, articaína a 2% com epinefrina 1:200.000 e articaína a 4% em formulação lipossomal (lipossomas unilamelares). A quantificação de citocinas será feita utilizando o teste de ELISA de captura, após 6h e 24h da exposição aos anestésicos. As células serão quantificadas após os períodos de exposição e comparadas ao grupo controle sem tratamento. A análise estatística será realizada por ANOVA (teste de Tukey) ou Kruskal-Wallis (teste de Dunn) na dependência da distribuição dos dados e da homecedasticidade das variâncias. O nível de significância será 5% e o pacote estatístico será o BioEstat 5.0.