| Processo: | 13/01604-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Alexandrina Sartori |
| Beneficiário: | Sofia Fernanda Gonçalves Zorzella Pezavento |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sirolimo Autoimunidade Células dendríticas Linfócitos T reguladores |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | análogo da vitamina D | células dendríticas | Células T reguladoras | Encefalite autoimune experimental | rapamicina | Autoimunidade |
Resumo A esclerose múltipla (EM) é uma doença inflamatória, crônica e desmielinizante do Sistema Nervoso Central (SNC). A caracterização de estratégias profiláticas ou terapêuticas na EM é necessária, já que não há cura para a doença. Neste contexto, o objetivo deste projeto é determinar se um análogo da vitamina D ou a rapamicina podem ser utilizados como adjuvantes tolerogênicos na encefalite autoimune experimental (EAE). Na primeira etapa deste projeto avaliaremos a toxicidade de diferentes doses do análogo da vitamina D e da rapamicina através da análise do peso corpóreo diário, leucograma, dosagem sérica de cálcio e fósforo e análise histopatológica de rim e fígado. Em seguida, avaliaremos o potencial indutor de tolerância específica destas duas substâncias. Para isto, camundongos C57BL/6 fêmeas serão imunizados com MOG (myelin oligodendrocyte glycoprotein) via epicutânea na presença destas substâncias. Na terceira etapa, será avaliado o potencial terapêutico da estratégia tolerogênica mais eficaz no desenvolvimento da EAE. Os animais serão avaliados diariamente quanto ao peso e o escore clínico da doença e a eutanásia será realizada na fase crônica da EAE para avaliação da resposta imune (produção de citocinas e anticorpos) e do processo inflamatório do SNC. Por fim, avaliaremos os mecanismos imunológicos envolvidos na indução de tolerância através da caracterização fenotípica de células dendríticas (baço e linfonodo) e de células T reguladoras (baço e cérebro). Também avaliaremos o perfil de citocinas no cérebro. Nossa hipótese de trabalho é que a imunização por via epicutânea com antígeno específico do SNC na presença dessas substâncias resulte em tolerância específica através da indução de células dendríticas tolerogênicas e/ou células T reguladoras e isso determine proteção dos animais no modelo da EAE. | |
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