| Processo: | 13/03415-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geografia Física |
| Pesquisador responsável: | Fábio Augusto Gomes Vieira Reis |
| Beneficiário: | Camila Jardinetti Chaves |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Planejamento ambiental Análise geoambiental Sensoriamento remoto Geoprocessamento Processos geológicos Espírito Santo do Pinhal (SP) Santo Antônio do Jardim (SP) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Compartimentação fisiográfica | Geoprocessamento | Mapeamento Geoambiental | Processos geológicos | Sensoriamento Remoto | Geografia Física |
Resumo Novas formas do uso da terra surgiram para atender os interesses econômicos e também o tempo de renovação do meio físico. Neste contexto, o mapeamento geoambiental vem se mostrando bastante eficiente como instrumento de planejamento ambiental, para análise das potencialidades e fragilidades do meio ambiente. Tendo em vista a importância dessa ferramenta para a gestão das inter-relações nas práticas antrópicas com o espaço geográfico, necessário se faz, que unidades geoambientais sejam identificadas em Espírito Santo do Pinhal e Santo Antônio do Jardim (SP). Municípios de pequeno porte e não possuem mapas geoambientais que possam contribuir na avaliação de processos geológicos, frequentes em regiões situadas no limite do embasamento cristalino com a bacia sedimentar do Paraná, o que possibilita a aplicação e teste da metodologia de forma adequada, e que a mesma possa subsidiar o desenvolvimento sustentável das práticas econômicas, dentre elas a extração mineral de areia e argila. Diante do exposto, o principal objetivo é elaborar o zoneamento geoambiental através da compartimentação fisiográfica dos municípios, com auxilio do sensoriamento remoto e geoprocessamento, para a elaboração das cartas: áreas de preservação permanente, uso e cobertura da terra e de compartimentação fisiográfica. De modo a integrar essas e gerar a de fragilidade ambiental. E com base nesses resultados considerar medidas de proteção ambiental. A pesquisa será desenvolvida sob a ótica da visão sistêmica, de acordo com a abordagem teórica e das técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento. (AU) | |
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