| Processo: | 13/13875-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Wilma Aparecida Starke Buzetti |
| Beneficiário: | Diogo Tiago da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Leishmania infantum Intestinos Parasitologia Cães |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cães | células granulóciticas | células monocíticas | intestino | leishmania infantum | Parasitologia |
Resumo A Leishmaniose Visceral Canina (LVC) é uma zoonose parasitária causada pelo protozoário Leishmania (Leishmania) infantum, sendo transmitida principalmente pela picada do inseto hematófago (mosquito palha) Phlebotominae da espécie Lutzomyia longipalpis. As espécies do gênero Leishmania são parasitas intracelulares de macrófagos em humanos, cães e numa ampla variedade de animais silvestres, e se deixado sem tratamento quase sempre resultará na morte do anfitrião mamífero. O objetivo desse estudo será correlacionar o perfil das células granulocíticas (neutrófilos, eosinófilos e mastócitos), células apresentadoras de antígeno - APC (células dendríticas e macrófago) e línfócitos T na região intestinal de cães naturalmente infectados por L. (L.) infantum com diferentes graus de parasitismo no trato intestinal e linfonodos mesentéricos e comparar com grupo controle. A análise dos tipos celulares será feita com base em três grupos: cães positivos para a LVC e com a presença do parasita no intestino; cães positivos para LVC e sem o parasita no intestino; e cães não infectados (grupo controle). Para este trabalho serão coletadas amostras de intestinos de cães eutanasiados pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade de Ilha Solteira ou de animais mortos naturalmente (por acidente ou morte natural) sem coinfecção parasitária. Para detecção dos tipos celulares (dendríticas, macrófagos, linfócitos T, células Treg e amastigotas de Leishmania), serão utilizadas técnicas de imunoistoquímica, e para as células granulocíticas, a histoquímica. A positividade de animais para LVC será avaliada realizando-se métodos sorológicos (ELISA e RIFI) e moleculares (PCR), além do parasitológico. Será realizado também o estudo da correlação entre os diferentes perfis celulares, com o grau do parasitismo, com as lesões descritas e com o quadro clínico do animal acometido com LVC. | |
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