| Processo: | 14/21035-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Daniel Martins-de-Souza |
| Beneficiário: | Juliana Minardi Nascimento |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/08711-3 - Desenvolvimento de um teste preditivo para medicação bem sucedida e compreensão das bases moleculares da esquizofrenia através da proteômica, AP.JP |
| Assunto(s): | Biologia de sistemas Esquizofrenia Proteômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biologia de sistemas | Bioquímica | células neurais | células tronco de pluripotência induzida | esquizofrenia | Neuroproteômica | Proteômica |
Resumo Compreender a complexidade molecular de doenças humanas é um dos maiores desafios enfrentados pela medicina atualmente. Realidade também para a esquizofrenia, uma doença psiquiátrica multifatorial e severa que pode afetar até 1% da população mundial. Os mecanismos moleculares da esquizofrenia ainda estão por ser totalmente elucidados, invocando então a utilização de abordagens científicas apropriadas a este fim. A proteômica surgiu na era pós-genômica como uma estratégia promissora para identificar alvos e marcadores-chave em vias do desenvolvimento e fisiopatologia de doenças. Mais recentemente, o emprego de células tronco de pluripotência induzida (iPSC) enriqueceu as pesquisas na compreensão das doenças complexas humanas como uma nova e valiosa ferramenta que preserva a diversidade genética dos doadores, além de prover a possibilidade de gerar todos os tipos celulares de um indivíduo. Desta forma, o presente projeto pretende combinar a neuroproteômica à tecnologia de iPSCs geradas a partir de pacientes com esquizofrenia e controles. O objetivo é revelar grupos de proteínas diferencialmente expressas em células neurais - progenitoras, neurônios e organóides cerebrais (mini-cérebros) - gerados a partir de fibroblastos coletadas de pacientes e indivíduos sadios, visando caracterizar as proteínas-pivô envolvidas neste processo. O estudo de células derivadas diretamente de pacientes com esquizofrenia levará a uma visão integrada da expressão de proteínas durante o neurodesenvolvimento, conduzindo à identificação de vias bioquímicas comprometidas. Além disso, se estabelecerá uma plataforma in vitro da esquizofrenia com potencial de controle e manipulação das vias comprometidas. A análise global da expressão de proteínas durante fases de desenvolvimento celular auxiliará a busca por novas terapias, visando um tratamento personalizado da doença. (AU) | |
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